segunda-feira, 23 de março de 2015

Americana criada por casal lésbico diz ser contra casamento gay

A declaração causou polêmica nos Estados Unidos e ganhou destaque na imprensa internacional

Americana criada por casal lésbico diz ser contra casamento gay Criada por lésbicas diz ser contra casamento gay
A americana Heather Barwick, 31 anos, foi criada por duas mulheres: sua mãe e uma companheira com quem foi morar após o divórcio. Hoje casada e mãe de quatro filhos, Barwick diz ser contra a união de pessoas do mesmo sexo e afirma ter sentido falta do pai em sua criação.
Para a revista The Federalist, reproduzida pelo jornal inglês Daily Mail, a mulher diz ser filha da comunidade gay, mas afirma não suportar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
No texto Heather afirma que sua mãe era gay e ficou casada com seu pai por pouco tempo. “Meu pai não era um grande cara, e depois que ela o deixou ele não se preocupou em se aproximar [da filha]”.
Ela relata que foi bem tratada pela parceira de sua mãe e por todos os amigos gays e lésbicas dela que frequentavam a casa, mas o desabafo foi o que gerou a polêmica: “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto o casamento gay”.
Barwick diz que ama os homossexuais, mas que odeia a união deles “por causa da natureza da própria relação do mesmo sexo”. Até os 20 anos ela lutou e defendeu este tipo de relacionamento, mas nos últimos anos resolveu refletir e percebeu que ser criada por duas mulheres lhe trouxe consequências.
“A ausência do meu pai criou um buraco enorme em mim”, disse ela que ao ver seus filhos tendo contato com um homem percebeu que algo lhe faltou. “Eu amei a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca poderia ter substituído o pai que eu perdi”.
Em sua opinião o casamento gay não apenas redefini a palavra casamento, mas também a palavra pais e tenta normalizar uma estrutura familiar que nega aos filhos uma parte fundamental em sua criação.
“Ele [casamento gay] nos nega algo que precisamos enquanto nos diz que não precisamos, porém nós naturalmente ansiamos [por um pai ou uma mãe]. Eles dizem que vamos ficar bem, mas não estamos bem. Estamos sofrendo”, diz ela em nome das crianças criadas por pessoas do mesmo sexo.
Barwick cita situações comuns entre crianças de pais separados e entre crianças adotivas que podem se posicionar e mostrar como o laço desfeito com seus pais lhes causaram sofrimentos e reclama pelo fato dos filhos de casais gays não poderem dizer o que sentem. “Muitos de nós estão com medo de falar e dizer sobre o nosso sofrimento e dor”, afirma. “Não se trata de ódio”.
Formada em Direito, Heather Barwick atuou como advogada de casamentos gay e agora atua como ativista dos direitos das crianças. O artigo publicado pela revista conservadora traz como título um alerta à comunidade gay dizendo: “Cara Comunidade Gay: os seus filhos estão sofrendo”.

Fonte: Gospelprime.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Tudo liberado: meninos poderão usar banheiro feminino e vice-versa

Diário Oficial garante a comunidade LGBT uso de nomes sociais e uniformes de acordo com sua identidade

Tudo liberado: meninos poderão usar banheiro feminino e vice-versa Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo
Meninos poderão usar o banheiro feminino e as meninas poderão usar o masculino nas escolas e universidades do Brasil. Foi o que decidiu um conselho nacional ligado à Secretaria de Direitos Humanos, do governo federal.
O “Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais” publicou, no último dia 12, no Diário Oficial da União a resolução que estabelece o seguinte:
“As escolas e universidades, públicas e particulares, devem garantir o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados acordo com a identidade de gênero de cada sujeito”.
Ou seja, nas escolas e universidades públicas e privadas do Brasil o uso de banheiros será liberado de acordo com a identidade de gênero declarada por cada indivíduo.
Alguns pais criticaram a resolução lembrando que não há como impedir que oportunistas ingressem no banheiro feminino mediante a autoafirmação de que são travestis ou transexuais. E, sim, basta uma autoafirmação para ser considerado como tal.
Para os defensores da Ideologia do Gênero, cuja influência nas instituições é visível e crescente, a identidade de gênero é transitória e inverificável. Ou seja, um menino pode se autoafirmar travesti hoje e voltar a ser menino amanhã. Basta ele se declarar como tal.

Nome social

Outra resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação – também publicada no dia 12 de março no Diário da União – estabelece que os menores de 18 anos poderão usar o “nome social” sem apresentar autorização dos pais ou responsáveis. Para os documentos oficiais, o nome civil deve vir junto do nome social.
A medida também vale para processos seletivos de acesso a instituições, como concursos públicos. Além disso, o governo federal recomendou às polícias civis do Brasil que incluam, nos boletins de ocorrência, “campos sobre orientação sexual, identidade de gênero e nome social dos atendidos”. Com informações O Globo /pelprime.

Procurador-geral da República quer acabar com obrigatoriedade da Bíblia em escolas e bibliotecas



Procurador-geral da República quer acabar com obrigatoriedade da Bíblia em escolas e bibliotecas Rodrigo Janot, procurador-geral da República, quer retirar obrigatoriedade da inclusão da Bíblia no acervo de escolas e bibliotecas públicas.
Nesta quinta-feira (12), ele ajuizou, perante o Supremo Tribunal Federal, quatro ações diretas de inconstitucionalidade questionando leis estaduais de tal obrigatoriedade no Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
Além disso, ele propôs um veto contra outra lei de Rondônia que oficializa a Bíblia como publicação-base de ‘fonte doutrinária para fundamentar princípios, usos e costumes de comunidades, igrejas e grupos’.
Para o procurado, o Estado de Roraima extrapolou os limites, "chegando ao ponto de oficializar naquele ente da federação livro religioso adotado por crenças específicas, especialmente as de origem cristã, em contrariedade ao seu dever de não adotar, não se identificar, não tornar oficial nem promover visões de mundo de ordem religiosa, moral, ética ou filosófica", diz ele.
“O princípio da laicidade lhe impede de fazer, por atos administrativos, legislativos ou judiciais, juízos sobre o grau de correção e verdade de uma crença, ou de conceder tratamentos privilegiados de uma religiosidade em detrimento de outras”, pondera Janot.
Em suas palavras, o procurador lembra que a promoção de livros adotados por crenças deve ser de resposabilidade de particulares e não do Estado.
 Fonte: CPADNEWS.

Meu comentário: Olha só com que este Dr vai se preocupar, a corrupção e violência e tudo um pouco mais do que não presta,  neste país é livre. Agora querem prender, limitar, onde a palavra de Deus deve ou não estar. Como um país deste ser abençoado por Deus? oremos meu irmão pela nossa pátria para que Deus venha ter misericórdia de nós.

terça-feira, 10 de março de 2015

Google, Coca, Apple, Microsoft e Facebook pró-casamento gay

Google, Coca, Apple, Microsoft e Facebook pró-casamento gay

Fonte: Guiame, com informações de USA Today
Google, Coca, Apple, Microsoft e Facebook pró-casamento gay
A pressão pela mudança dos valores e do conceito de família nos Estados Unidos é intensa. Apple, Facebook, Google, Microsoft, Coca-Cola e Johnson & Johnson estão entre as 379 empresas que apresentaram um documento na Suprema Corte dos Estados Unidos, pressionando o fim da proibição do casamento gay em estados americanos.
Segundo o documento, enquanto não é aplicado um princípio de igualdade, seus funcionários sofrem com significativos problemas. As empresas apelam para o valor da diversidade e da inclusão no ambiente de trabalho, argumentando que a proibição do casamento gay pode ser uma barreira no recrutamento e treinamento de funcionários.
"As leis estaduais que proíbem ou se recusam a reconhecer os casamentos entre casais do mesmo sexo prejudicam os esforços para recrutar e manter a força de trabalho o mais talentosa possível nesses Estados. Nosso sucesso depende do bem-estar e moral de todos os trabalhadores, sem distinção", diz o documento lançado nesta quinta-feira (5).
Ontem, a Suprema Corte disse que ouvirá representantes das empresas em 28 de abril nos estados onde casamento entre homossexuais são ou banidos como Michigan, Ohio, Tennesse e Kentucky. Em novembro, o Tribunal de Apelação dos EUA confirmou as proibições nesses locais – já que, anteriormente, a Suprema Corte havia dado o sinal verde para o casamento entre homossexuais.
Essas “leis estaduais inconsistentes e discriminatórias” levam a desnecessárias confusões, tensões, além da diminuição da moral dos funcionários, defende as empresas.
Ainda ontem, a Suprema Corte disse que no dia 28 de abril ouvirá representantes dos Estados que proíbem o casamento gay – Michigan, Ohio, Kentucky e Tennessee. Anteriormente, a Suprema Corte havia aprovado o casamento gay no país. Mas em novembro, o Tribunal de Apelação dos EUA confirmou as proibições nesses estados. 
A Tiffany & Co., uma das maiores joalherias do mundo, também aderiu ao movimento homossexual em sua campanha, apresentando um homem de joelhos pedindo outro em casamento tendo nas mãos uma caixa trazendo um anel da Tiffany.
Fonte: CPADNEWS.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Globo volta a ofender evangélicos com “Galinha Convertidinha”


 O desejo foi apresentado durante o programa Tá no Ar: a TV na TV

Globo volta a ofender evangélicos com “Galinha Convertidinha” Globo ofende evangélicos com "Galinha Convertidinha"
Programas humorísticos gostam de usar a religião para provocar os telespectadores, pelo menos é assim que se comporta o programa Tá no Ar: a TV na TV, da Rede Globo. A atração de Marcelo Adnet, Marcio Melhem e Mauricio Farias extrapolaram os limites do humor com o episódio da última quinta-feira (19) quando mostraram a “Galinha Convertidinha”.
A esquete mostrava um comercial de um DVD infantil, o locutor dizia que a personagem traria “os melhores louvores infantis, ela vai trazer a palavra até a sua casa” e apresenta os personagens que fazem parte do projeto.
A Galinha Convertidinha foi um verdadeiro deboche com os evangélicos, a personagem usava saia, camisa, óculos e um coque e cantava uma canção infantil com as frases “Ir pro inferno é fogo/ A Verdade é Universal/ Cuidado com a Hora/ do Juízo Final”.
Em pontos do programa a crítica se estende aos pastores quando aparece o personagem “Cãozinho Pastor”, um cachorro pastor alemão vestido de terno e gravata e o jingle diz “Meu pastor é animadinho/ Canta e Dança de Montão/ De Montão/ Quando quer mais dinheirinho/ Compra um horário na televisão”.
Outro personagem é a “Ovelhinha de Jesus” e o jingle diz “Joaquim tava incorporado/ Recebeu um santo/ Credo, tá amarrado!/ Foi meu pastor que disse assim/ Fora desse corpo seu exu mirim”.
Para o colunista Ricardo Feltrin o programa da Globo foi realmente um deboche. “Nunca um programa da emissora debochou tanto de religiões e, especialmente, da figura dos evangélicos e seus pastores”, disse o jornalista em sua coluna Ooops.
Feltrin analisa que o programa usou um tom muito mais forte do que os episódios antigos da atração que já falou contra católicos e umbandistas. “A diferença, porém, está no tom, que dessa vez foi bem mais aberto (ou mais pesado). Se for para romper limites, a pergunta é se haverá, adiante, ironias tão fortes a respeito do padre Marcelo, um velho parceiro da Globo, ou mesmo sobre os sempre articulados judeus”, escreveu.
Assista:



Fonte: GOSPEPIME.
Meu comentário: Reclamam, reclamam, mas não deixam de assistir seus programas, que são imundos, depravados, todos contra os princípios cristão. Alias não só é a globo não, a Record e todas as outras, estão a serviço do mundo, digo do mal.

Protesto contra Cunha comandado por Jean Wyllys reúne apenas 100 pessoas

Deputado do PSOL acusou o presidente da Câmara de criar “cortina de fumaça” para esconder corrupção.

Protesto contra Cunha comandado por Jean Wyllys reúne apenas 100 pessoas Protesto contra Cunha comandado por Wyllys reúne 100 pessoas
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ativista gay e um dos principais promotores da agenda LGBT no país, participou de um ato contra o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que reuniu cerca de 100 pessoas.
Nos últimos anos o deputado federal Jean Wyllys tornou-se um dos principais opositores aos projetos cristãos na Câmara dos Deputados e não esconde sua aversão aos temas religiosos e tem lutado em favor da criminalização da opinião contra a homossexualidade e a defesa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Wyllys acusou Eduardo Cunha de tentar criar uma cortina de fumaça através da pauta “homofóbica” para esconder os supostos crimes de corrupção que o deputado é acusado. “Ele tem uma ficha corrida com mais de uma dezena de processos de corrupção. Investe numa pauta homofóbica para criar uma cortina de fumaça”.
Em seu curto mandato, Cunha já desarquivou ou acelerou a tramitação de quatro projetos que envolvem questões relacionadas ao aborto e as práticas homossexuais. Um deles cria o Dia do Orgulho Heterossexual, uma resposta ao que chama de “estímulo da ideologia gay”.
Cunha justifica o projeto dizendo que é preciso “resguardar direitos e garantias aos heterossexuais de se manifestarem e terem a prerrogativa de se orgulharem do mesmo e não serem discriminados por isso”.
O ato contra o presidente da Câmara teve estrutura precária, inclusive com a falta de sistema de som em boa parte do tempo e ataques do deputado Jean Wyllys a Cunha, que foi acusado de ser “muito esperto”.
“Conseguiu uma aliança suprapartidária que ameaça os direitos individuais e das minorias. Sem falar que é um político que passou incólume por vários escândalos políticos”, disse Wyllys.
O protesto também contou com a participação dos deputados Erika Kokay (PT-DF) e Ivan Valente (PSOL-SP). Kokay que foi eleita com a ajuda do deputado evangélico Ronaldo Fonseca (PROS-DF) é autora, juntamente com Wyllys do Projeto de Lei 5002/2013 que propõe facilitar aos gays todo o processo de mudança de sexo, da troca de nome e documentos até as cirurgias necessárias.
Erika Kokay disse que Cunha usa a Presidência da Casa como palco para a defesa de projetos pessoais e de grupos religiosos. “O Legislativo é um poder plural. As atitudes dele ferem essa pluralidade e a democracia”, disse.
Eduardo Cunha também é favorável do Projeto de Lei 6.583, o Estatuto da Família. O deputado criou uma comissão para acelerar a tramitação do projeto apresentado pelo deputado Anderson Ferreira (PR-PE) com o objetivo de resguardar a família. Com informações Agência Estado
Fonte: GOSPELPRIME.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Carnaval: a festa da carne


Ter, 10/02/2015 por
“os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito” (Rm. 8.5).
O carnaval é uma festa popular que quase sempre inclui folias, bailes, fantasias, desfiles, músicas, sensualidade, bebidas alcoólicas e até drogas ilícitas. As comemorações acontecem oficialmente em três dias, do domingo à terça-feira. E, no Brasil, o "sábado de carnaval" também é dia de festa, sem falar nas diversas folias pré-carnavalescas e nas micaretas e carnavais fora de época.
A palavra carnaval deriva da expressão latina “carne levare”, que significa abstenção da carne. O termo remonta aos séculos XI e XII para designar a véspera da quarta-feira de cinzas. Os teóricos explicam a expressão a partir dos termos do latim tardio “carne vale”, isto é, despedida da carne; o que indica que no carnaval o consumo de carne é permitido pela última vez antes do jejum quaresmal que antecede a páscoa.
A origem da festa é incerta. No entanto, o carnaval é associado às celebrações da Roma antiga, como as festas libertinas em homenagem aos deuses mitológicos Baco e Saturno. Baco de origem grega é conhecido como Dionísio responsável pela fertilidade. Era também o deus do vinho e da embriaguez. As famosas bacanais eram festas de muito vinho, erotismo, orgias e alegria descabida.
Outro elemento associado ao carnaval é o deus “Momo” da mitologia grega. Ele morava no Olimpo junto aos deuses, porém sempre rindo dos outros, Zeus o expulsou e o condenou a perambular pela terra. Essa figura mitológica foi incorporada pelos gregos e romanos em suas comemorações, principalmente as que envolviam irreverência e desinibição.
Na Grécia, nos séculos V ou IV a.C, os primeiros reis Momos desfilavam em festas de orgia. O escolhido era alguém obeso e extrovertido. Já nas bacanais romanas, o Rei Momo era escolhido entre os soldados mais belos do Exército. O escolhido desfrutava de todas as regalias durante a festa. Terminada a folia, ele era levado ao altar do deus Saturno para ser sacrificado. No carnaval moderno o “Rei Momo” recebe as “chaves” da cidade para comandar os foliões.
O carnaval também é regado de bebida alcoólica e erotismo. Na Mitologia, o deus Baco que também é conhecido como Dionísio, foi convocado por Zeus para viver na terra e ensinou o homem a cultivar os vinhedos. Tornou-se o deus do vinho e da embriaguez. Era responsável pelo patrocínio das festas e das comemorações regadas com bebidas e luxúria. No mundo grego e romano, os Bacanais eram festas de orgias em sua honra.
Devido à popularidade da festa, no século XV o Papa Paulo II oficializou o carnaval no calendário católico. O evento passou a marcar a data que antecede a abstinência de carne requerida pela quaresma. Deste modo nos dias de “carnaval” a carne está liberada. Assim, o fiel católico pode esbaldar-se e praticar todas as obras da carne. Porém, depois, precisa praticar o jejum quaresmal e purificar-se para a celebração da páscoa.
Lamentavelmente, o carnaval é a sobrevivência de práticas pagãs. É a manifestação clara das obras da carne descritas e condenadas pela Palavra de Deus: adultério, prostituição, impureza, lascívia... bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes. Paulo declara que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus (Gl 5.19-21).
Douglas Roberto de Almeida Baptista
CPADNeuws.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bispo é suspenso da Igreja por realizar casamento gay em Maceió

Igreja Católica Brasileira comunicou suspensão da ordem em nota oficial.
'Fiz com a melhor das intenções e não me arrependo', diz Dom Fernando.

Bispo celebra casamento homoafetivo em Maceió (Foto: Micaelle Morais / G1)

O Bispo Chanceler da diocese de Maceió da Igreja Católica Brasileira (ICAB), Dom Fernando Pugliese, que realizou o primeiro casamento homoafetivo relalizado com benção católica em Alagoas, foi suspenso de ordem após realizar a cerimônia na última sexta-feira (23). A decisão foi anunciada através de um comunicado oficial no site oficial da instituição, que é dissidente da Igreja Católica Apostólica Romana. Apesar da punição, o bispo mantém-se firme sobre o assunto. "Fiz essa bênção nupcial com a melhor das intenções e não me arrependo do que fiz", defende-se.
Com a suspensão, Pugliese não poderá realizar nenhum sacramento em nome da Igreja Católica Brasileira, como rezar missas e realizar cerimônias. De acordo com o Bispo Diocesano Dom Walbert Rommel Coêlho Galvão Barros, ele deve apresentar defesa para o Superior Tribunal Eclesiastico da Igreja em até 30 dias. Ainda segundo ele, caso Pugliese não apresente a defesa, corre o risco de ser excomungado.
Em nota, a ICAB informou que "não é contrária às conquistas na sociedade pela igualdade e isonomia entre as pessoas", porém considera o comportamento sexual humano sacramental por natureza, podendo somente ser celebrado religiosamente casamento entre homem e mulher.
A Igreja ainda informou que Pugliese não teve liberação da instituição, nem dos demais bispos conciliares, sendo a aprovação da cerimônia totalmente desconhecida pelo Conselho Episcopal e por todo o Concílio dos Bispos.
"Tal atitude é um ato espontâneo, irreverente e rebelde do bispo, que segundo suas opiniões pessoais faz uso irresponsável do dom que lhe foi concedido, de forma abrupta o distribui, de forma autoritária e rebelde", diz a nota.
Indagado sobre o posicionamento da ICAB, Dom Fernando Pugliese informou à reportagem do G1 que não foi avisado oficialmente pela instituição. "Houve uma polêmica muito grande. Acho difícil me expulsarem, pois tenho 82 anos e muito tempo de serviço prestado. Acredito que seja perseguição. Assim que for comunicado, apresentarei defesa, mas estou tranquilo", disse.
Confira a nota na íntegra:
A presidência da Igreja Católica Apostólica Brasileira – ICAB – através de seu presidente, Dom Josivaldo Pereira de Oliveira, pronuncia-se sobre a matéria veiculada no site do O Globo, g1.globo.com, a respeito de um “casamento gay” que será celebrado por um bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, Dom Fernando Pugliese, auxiliar na Diocese de MaceióAlagoas.
...

A Igreja Católica Apostólica Brasileira não é contrária às conquistas na sociedade pela igualdade e isonomia entre as pessoas. Neste sentido, rechaçamos qualquer forma de violência verbal ou física por causa das opções e orientações que um cidadão faça em termos político, religioso, ideológico e sexual.

Todavia, a Igreja Católica Apostólica Brasileira considera o comportamento sexual humano sacramental por natureza.

A Igreja Católica Apostólica Brasileira, neste diapasão, prioriza o entendimento Bíblico e a Tradição Cristã. Sacramentalmente, para a Igreja Católica Apostólica Brasileira, segundo seu Código Eclesiástico, matrimonio como Graça de Deus, somente pode ser celebrado entre Homem e Mulher.

A notícia evidencia que o citado Bispo, dom Fernando Pugliese, tem a aprovação da Igreja e dos demais bispos conciliares, situação totalmente desconhecida pelo Conselho Episcopal e, obviamente, por todo o Concílio dos Bispos.

Tal atitude é um ato espontâneo, irreverente e rebelde do bispo, que segundo suas opiniões pessoais faz uso irresponsável do dom que lhe foi concedido, de forma abrupta o distribui, de forma autoritária e rebelde.

Dom Fernando Pugliese não tem nenhuma aprovação de nenhuma instância da Igreja Católica Apostólica Brasileira , nem mesmo tem amparo legal e de documentos que o outorgue direitos para levar a cabo esta cerimônia.

A Igreja Católica Apostólica Brasileira, representada por todos seus bispos, padres e fiéis lamentam o fato e a atitude do irmão, os mesmos repudiam essa decisão do Bispo e desaprovam tal atitude que fará com que Dom Fernando Pugliese seja sancionado pelo Tribunal Eclesiastico da Igreja por tão grande incompatibilidade com a comunhão e o colegiado dos Bispos.

O Bispo Diocesano de Maceió, Dom Rommel, também REPROVA oficialmente a realização de tal ato e jamais foi consultado sobre o acontecimento do mesmo. Lamenta o incidente em que envolve pessoas de bem, mas afirma que sua posição está em desacordo com Dom Fernando Pugliese e que a Diocese de Maceió interpreta essa ação do Bispo Auxiliar como um ato de desobediência à Igreja Particular da ICAB em Alagoas e contra a hegemonia do Concilio dos Bispos.
Assim entendemos a situação e oficialmente expressamos nosso parecer sobre esta notícia veiculada pelo site g1.globo.com.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Á pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay

 Á pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay

 Por solicitação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um curso de orientação sobre homossexualismo ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira – e voltado para pastores – foi interrompido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF).
Apesar de voltado para lideranças evangélicas, o evento que aconteceria entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido por um oficial de Justiça. A programação foi denunciada porque supostamente tratou da homossexualidade “como doença”. O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento (veja abaixo).
Mas o foco do evento traz uma perspectiva bastante distante de qualquer vestígio de homofobia. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”.
Mesmo assim, com base na denúncia de Jean Wyllys, o Ministério Público do Distrito Federal intimou os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares durante evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”.
Com a divulgação do caso, lideranças evangélicas passaram a questionar se agora é crime no Brasil ensinar que o homossexualismo é pecado. Outras questionam se Jean Wyllys acionaria o MP se o curso fosse ministrado por um clérigo muçulmano em uma mesquita.
“Qualquer um pode defender o aborto e o uso de drogas, que são crimes, abertamente. O Ministério Público não diz nada. Mas falar em lugar privado sobre terapia para gay é proibido e o lugar invadido pelo MP-DF. É revoltante”, afirmou o pastor Silas Malafaia.
Por sua vez, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) questionou o “oportunismo” de Jean Wyllys, lembrando a origem do deputado do PSOL, que se deu em um reality-show.
“Não me assusta que o pacóvio deputado ex-BBB ter assumido a autoria da denúncia visando a prisão dos palestrantes. É um cristofóbico assumido. Se os cristãos ficarem calados, amedrontados, preparem-se para verem pastores e padres serem presos, retaliações piores que está virão”, declarou Feliciano.
A advogada e pastora Damares Alves destacou a força do lobby LGBT. “Pasmem, senhores, o Ministério Público foi no local e interrompeu o curso. Olhem o tamanho do poder do deputado Jean Wyllys. Conseguiu interromper um curso fechado para líderes evangélicos. Isso é só o começo. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio”, ressaltou.

MP-DF recua após repercussão

“Tanta coisa para um parlamentar fazer no Brasil e ele preocupado com um curso que tinha apenas 25 pastores presentes querendo tão somente aprender sobre como acolher e lidar com os milhares de homossexuais que tristes e deprimidos procuram nossas igrejas”, sentenciou Damares.
Depois da forte repercussão negativa sobre a interrupção do curso voltado para pastores, o Ministério Público do Distrito Federal decidiu arquivar o caso por não haver indício de discriminação por orientação.
Oficialmente, o MP-DF decidiu pelo arquivamento após o depoimento de um dos palestrantes, Airton Williams. O depoimento do palestrante levou o promotor a conclusão óbvia: o curso é voltado para lideranças evangélicas interessadas em acolher homossexuais.
“Ele explicou que o curso é sobre como acolher homossexuais e como fazer trabalho de orientação eclesiástica para, nas palavras dele, homossexuais que gostariam de deixar de ser”, afirmou o promotor Thiago Pierobom de Ávila.
O promotor disse que o papel do Ministério Público é vedar qualquer ato de discriminação, o que, para ele, até o momento, “não ficou caracterizado”.

Fonte: GOSPELPRIME.