sábado, 28 de junho de 2014

Igreja presbiteriana decorada com tema da Copa exibe partidas aos fiéis




Igreja presbiteriana decorada com tema da Copa exibe partidas aos fiéis Igreja decorada com tema da Copa exibe partidas aos fiéis
A Igreja Presbiteriana Renovada de Anápolis (GO) foi redecorada e ganhou as cores da bandeira do Brasil, além de bandeiras, luzes e traves para comemorar os jogos da copa.
É também dentro da igreja que os fiéis estão acompanhando os jogos do Brasil através de um equipamento de projeção que transformou o altar em uma grande tela de transmissão das competições do mundial.
O pastor Thiago Vinício Cunha é o responsável pelo projeto que tem como objetivo aproximar os fiéis e facilitar o entendimento do evangelho.
“Como o Brasil hoje está vivendo esse universo de Copa do Mundo, eu acredito que uma forma das pessoas assimilarem muito melhor o evangelho é através da contextualização”, disse ele à TV Anhanguera, transmissora da Globo na região.
Os fiéis entenderam a ideia e estão participando ativamente das atividades da igreja. “É algo novo, algo diferente. É atrativo e parece que a gente está dentro do campo de futebol”, disse a auxiliar de administração Angélica Mesquita.
O aplicador de insulfilm Gustavo Cardoso também comentou sobre as transmissões da Copa na igreja dizendo que é preciso conter os ânimos para não ofender o juiz com palavrões. “Não pode falar palavrão né”.

Fonte: GOSPELPRIME.


Meu Comentário:  quando eu penso que já vi de tudo, sempre sou surpreendido, novamente.
A moça disse,“É algo novo, algo diferente. É atrativo e parece que a gente está dentro do campo de futebol”, tudo que não combina com o templo, lugar de adoração a Deus.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PORQUE NUNCA MAIS SEREI PRESBITERIANO

Joseph Farah
Comentário de Julio Severo: Joseph Farah, autor deste artigo, é dono do WND, um dos maiores portais conservadores dos EUA, e denuncia o avanço da maior denominação presbiteriana dos EUA em atitudes a favor do “casamento” gay e contra Israel. Tudo isso é fruto do liberalismo teológico. É um triste exemplo, pois no Brasil o mesmo liberalismo, de orientação esquerdista, também está avançando, e haverá frutos. No final deste artigo, há vários links com mais alertas sobre questões de “casamento” gay, Israel e presbiterianos nos EUA e no Brasil, para ajudar você a entender o que o liberalismo teológico fez com os presbiterianos dos EUA e o que está fazendo com os presbiterianos do Brasil.
Detesto confessor isso.
Mas já fui membro da Igreja Presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA).
Foi muito tempo atrás, mas posso lhe garantir que não voltarei. Faz muito tempo que deixei, de forma definitiva. Nunca pensei em voltar.
Para mim, essa denominação está morta.

Não fique ofendido se você ainda é membro. Só dê uma olhada no que está acontecendo em sua igreja — da qual você é parte, onde seus dízimos e ofertas estão sustentando. É uma agenda maligna. Está completamente errada aos olhos de Deus.
Na semana passada, houve duas afrontas da Assembleia Geral, a direção dessa denominação apóstata do inferno.
Primeiro, ela votou por 429 votos contra 175 votos para aprovar o “casamento” homossexual — mudando a linguagem que definia o casamento como uma união entre um homem e uma mulher para “duas pessoas.” Os 172 presbitérios dessa denominação votarão sobre essa mudança no próximo ano, mas com uma votação pervertida dessas, não tenho muita esperança de uma rebelião a nível dos membros. Num assunto relacionado, a assembleia votou por 328 votos contra 238 para permitir que os pastores da denominação presidam sobre “casamentos” homossexuais em jurisdições em que tais uniões são legais.
O Comitê Laico Presbiteriano chamou essa atitude de “uma abominação.” Tenho novidades para essa gente: Quando sua “igreja” começar a aprovar abominações, é hora de procurar outra igreja. Para mim é um mistério: não sei por que essa gente está demorando tanto para sair. Em 2011, a Assembleia votou para ordenar pastores que têm parceiros homossexuais.
É claro que encontrar outra igreja que não zombe do Deus que afirma adorar não vai ser fácil. A Igreja Episcopal começou a permitir a bênção de “casamentos” homossexuais no ano passado. A Igreja Unida de Cristo permite esses casamentos desde 2005. A Igreja Evangélica Luterana nos EUA permite que pastores de igrejas individuais decidam.
O “casamento” homossexual não é apenas uma abominação. É contraditório.
O Deus da Bíblia literalmente definiu o casamento no Jardim do Éden. Essa definição foi confirmada por Seu Filho Jesus durante Seu ministério terreno — mais prova de que Deus não muda de ideia. Ele é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não comete erros. Ele faz tudo certo desde a primeira vez. Aliás, Ele define o que é certo — e errado. E Ele é aquele que chamou o próprio ato dos homens deitando com homens e mulheres deitando com mulheres de “abominação.”
Uma coisa é um ateu apoiar essa ideia passageira.
Uma coisa é um humanista secular agnóstico apoiá-la.
Uma coisa é um não-cristão ou não-judeu apoiá-la.
Mas é outra coisa inteiramente diferente alguém que afirma crer que a Bíblia é a Palavra de Deus ou se chama cristão fazer isso — sem mencionar uma denominação inteira.
É simplesmente herético, sem mencionar irracional.
Poucas coisas poderiam ser mais claras na Bíblia do que a postura de Deus sobre o fato de que o casamento é uma instituição criada exclusivamente para homens e mulheres.
A primeira menção de casamento na Bíblia vem no começo — em Gênesis 2:24 — onde está escrito, depois da criação de Eva: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (ACF)
É interessante que a maioria dos usos da palavra “apegar-se” na Bíblia envolve mandamentos dados por Deus para “se apegar” a Ele. E a Bíblia é cheia de paralelos entre o casamento de homens e mulheres e o relacionamento entre o povo e Deus.
Evidentemente, há muitos tão chamados “cristãos” que não levam a sério o Antigo Testamento. Não faz muito sentido, pois é o Antigo Testamento que profetiza o futuro Messias e as credenciais daquele ao qual todos os verdadeiros cristãos adoram como o Filho de Deus e seu redentor — Jesus.
Mas vamos colocar de lado por enquanto essa contradição. Qualquer um que se classifica de cristão, um seguidor de Jesus, não tem desculpa nenhuma sobre a definição do casamento, pois o próprio Jesus o definiu — não num, mas em dois registros do Evangelho.
Em Mateus 19:4-5, Ele disse: “Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?” (ACF)
De modo semelhante em Marcos 10: 6-9, Ele disse: “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (ACF)
Nessa última frase, “não o separe o homem,” Jesus estava falando sobre o rompimento de um único casamento. Foi um alerta contra a pilhagem do divórcio. Contudo, tem aplicações mais irrefutáveis para os que buscam separar a instituição inteira do casamento redefinindo-a conforme a mais recente moda popular.
Os Estados Unidos estão numa crise moral e espiritual neste momento. Os sinais estão em toda arte. O pecado está desenfreado. Todo homem faz o que é certo aos seus próprios olhos. Deus deu uma prescrição para tempos como estes em 2 Crônicas 7:14: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (ACF)
Eu ainda sustento a esperança de que Seu povo, que é chamado por Seu nome, se humilhará e orará e buscará Sua face e se arrependerá de seus caminhos maus. Eu gostaria que Deus ouvisse isso. Eu gostaria que Ele perdoasse nosso pecado. Eu gostaria que Ele curasse nossa terra. Mas essa decisão da PCUSA não é um bom sinal — bom de jeito nenhum. Isso é apostasia descarada e deliberada. Incentiva o pior tipo de juízo.
Mas isso não é tudo! A corrupta e não arrependida Igreja Presbiteriana dos EUA não cometeu apenas um ato chocante.
Um dia depois dessa votação, a mesma direção votou por 310 votos contra 303 para apoiar campanhas para que todos os membros da denominação parem de investir em empresas que fazem negócio com Israel.
Por que?
Por que a ênfase na PCUSA está no PC — para politicamente correto. Israel é o presente de Deus para as nações do mundo. Isso não significa que o Estado de Israel seja perfeito. É governado por seres humanos. Mas é a menina dos olhos de Deus, conforme ficamos sabendo em Zacarias 2:8. Quem deve disciplinar Israel é Deus. É Ele que tem uma aliança eterna com Seu povo.
Não só isso, mas é nessa promessa a Israel mediante a qual os que não são judeus são “enxertados.”
“Estabelecerei minha Aliança entre mim e ti, e teus futuros descendentes, de geração em geração, uma Aliança perpétua, para ser o teu Deus e o Deus te tua raça, depois de ti. A ti, e à tua descendência depois de ti, darei a terra que hoje habitas como estrangeiro, toda a terra de Canaã, em possessão eterna, e Eu serei o vosso Deus!” (Gênesis 17:7-8 KJA)
Israel representa a maior prova de que Deus é real. É um exemplo vivo da profecia bíblica cumprida.
“Então as nações saberão que Eu Sou Yahweh, o Eterno e Soberano, quando Eu for santificado diante delas, assevera o SENHOR Deus. Porquanto vos tirarei dentre as nações e vos reunirei de todas as terras e os conduzirei de volta para a vossa própria terra.” (Ezequiel 36:23-24 KJA)
 “‘Contudo, estão chegando os dias’, afirma o SENHOR, ‘quando já não mais se dirá: “Juro pelo Nome de Yahweh, que libertou os israelitas do Egito.”’ Antes dirão: ‘Juro pelo Nome de Yahweh, que trouxe os israelitas do Norte e de todos os países para onde ele os havia expulsado’. Eu os conduzirei de volta para a sua terra, terra que dei aos seus antepassados.” (Jeremias 16:14-15 KJA)
É isso o que o moderno Estado de Israel representa.
Mas é claro que os líderes da PCUSA não sabem ou não se importam com a Bíblia. É claro que eles não conhecem a mente do Deus que afirmam adorar. Mas até mesmo uma pessoa espiritualmente cega e racional deveria estar em condições de ver a razão por que esse movimento que boicota investimentos em Israel é tão errado. Será que Israel é uma das piores nações da terra? Claro que não. É uma das melhores. Será que Israel é uma das maiores nações da terra? Não, é uma das menores. Israel oprime seu povo? Não, Israel oferece mais liberdade do que a maioria das nações da terra. Israel oprime seus vizinhos? Não, Israel está cercado de nações que buscam destruí-lo, mas mostra contenção extraordinária ao lidar com eles — constantemente se inclinando para trás para fazer paz quando parece impossível.
Fico pensando: quais são os outros países que estão sendo alvos da campanha de boicote da PCUSA? Será que a PCUSA está boicotando países que perseguem os crentes em Jesus? Será que está boicotando os países que massacram seu próprio povo? Será que está boicotando os países que patrocinam o terrorismo? Será que está boicotando os países que matam de fome seu próprio povo? Será que está boicotando os países que ainda permitem a escravidão? Será que está boicotando os países que oprimem as mulheres? Será que está boicotando os países que fazem limpeza étnica em sua população?
Não, está boicotando a terra de Deus. Está boicotando o único país verdadeiramente livre no Oriente Médio. Está boicotando uma nação pequenininha que está sofrendo agressões de todos os cantos do mundo. Está boicotando o único refúgio para as pessoas mais perseguidas do mundo. Está boicotando o povo escolhido de Deus.
É por isso que é tempo de desinvestir seu tempo, dinheiro e energia se você ainda é membro da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Why I will never be a Presbyterian, again
Leitura recomendada:
Sobre Igreja Presbiteriana:
Sobre Israel:
Sobre “casamento” gay:
Liberalismo na Igreja Presbiteriana do Brasil:

O feitiço do sucesso: Rev. Marcos Amaral, IPB, Globo e ONU

FONTE: http://mapeamentoespiritual.blogspot.com.br/



quarta-feira, 25 de junho de 2014

A entrevista de um pastor (pastor?) no SBT

Informado de que um famoso pastor estaria em um programa do SBT, resolvi assisti-lo. Na verdade, tentei fazer isso, mas não consegui. Meu Deus! Aberração sobre aberração. Desliguei a TV depois de uns oito ou dez minutos. Nesse pouco tempo, tive a impressão de que estava diante do Inri-Cristo, e não de um pastor e escritor que muito admirei em meus tempos de adolescência.

Quando o tal pastor (pastor?) afirmou que, em Gênesis 6, os "filhos de Deus" ali mencionados são anjos ou extraterrestres que se uniram a mulheres, eu pensei: "Não é possível. O texto de Gênesis 6 é mais do que claro". Afinal, os "filhos de Deus" ali eram rapazes pertencentes à linhagem piedosa de Sete (filho de Adão), a qual é mencionada no capítulo anterior. Ou seja, a resposta está no próprio contexto imediato da passagem!

O famoso "pastor", talvez para ganhar a simpatia do entrevistador e de seu público, também fez uma comparação esdrúxula e ultrajante, ao explicar como seria uma relação sexual entre um gigante de onze metros de altura e uma jovem de estatura comum... Disse, ainda, que acredita em várias existências cósmicas paralelas.

Com um linguajar para lá  de vulgar e agressivo, e não de um servo do Senhor (1 Pe 3.15), e com uma postura extremamente arrogante, o "pastor" ridicularizou a fé evangélica, afirmando que todos os cristãos são ignorantes, e todos os pastores, desonestos e mal-intencionados. E o pior de tudo: julgando-se muito inteligente, ele relativizou e também negou a inerrância, a infalibilidade e a autoridade das Escrituras. Tudo isso nos menos de dez minutos que assisti!

"Ora, vem, Senhor Jesus" (Ap 22.20).

Ciro Sanches Zibordi
Fonte: CPADNews.

Meu Comentário: Faço minhas, as palavras do pastor Ciro. Digo mais, não sei como se pode da atenção para um cidadão como este! só um desviado, tal cal o Gentili.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Evangélicos pioram o mundo para os outros, diz Caio Fábio no The Noite



Cerca de uma semana após ser gravada, foi ao ar a entrevista do pastor Caio Fábio ao humorista Danilo Gentili no programa The Noite nesta segunda (23). Os dois conversaram durante meia-hora sobre vários assuntos.
Gentili já revelou em ocasiões anteriores que foi evangélico e pensou em ser pastor, mas abandonou a religião por causa de algumas atitudes que via nos pastores. Por isso, ao conversar com Caio Fábio pareceu à vontade ao falar sobre várias questões envolvendo as igrejas evangélicas, seus ensinamentos e também sobre questões bíblicas.
Acostumado a criticar abertamente o movimento evangélico brasileiro, Caio Fábio não perdeu a oportunidade para reiterar o que vem dizendo continuamente em seus programas na internet.
Classificou a maior parte da população evangélica de “alienada, imbecilizada, marionetada, massa de manobra, abjeta”. Afirmou que dedicou a maior parte do tempo de seu ministério itinerante pelo Brasil na tentativa de ensinar as pessoas para oferecer-lhes “parâmetros de saúde mental”. Seu objetivo era “desmontar o circo” armado pelos líderes das grandes igrejas, que chamou de “gurus tiranos”.
Sem papas na língua, Caio afirma que percebe pela interação que tem com os evangélicos no programa diário “Papo de Graça” que as perguntas indicam um povo “descerebrado”, que foi acostumado a não pensar, pois as igrejas só ensinam escravidão.
Criticou os ensinamentos vistos nos cultos transmitidos pela TV, afirmando que a Bíblia é facilmente manipulável, sendo “a mãe de todas as heresias”. Disse não acreditar quando esses programas mostram pessoas endemoninhadas, pois são situações falsas, e aquelas pessoas muitas vezes são contratadas. Para ele, os verdadeiros endemoninhados não vão a um templo.
Aproveitou para criticar o que chama de “milagres industriais”, que são fruto de manipulação e sugestão psicológica, não uma intervenção divina. Foi categórico ao defender que o dízimo “já era” e só é reforçado pelas lideranças que desejam se beneficiar financeiramente.
Mencionou que seu antigo desafeto Edir Macedo está construindo uma réplica do Templo de Salomão para reforçar uma ideia do Velho Testamento de “casa de Deus” que precisa receber doações.
Em meio a suas críticas, afirmou que “fé cristã não é religião” e que embora o cristianismo seja religião “Jesus não fundou os evangélicos”. Para Caio, a tentativa dos pastores de racionalizar Deus é uma idiotice, pois “Deus é absurdo”. Foi mais além, criticando todo o movimento dos evangélicos contra o casamento gay. Alegando que nos dias de Jesus existiam “gays e putas”, lembrou que Jesus nada fez a respeito, apenas acolheu todos aqueles que o procuravam.
Essa “é a pauta da religião” e não de Jesus, asseverou, defendendo que existem muitos homossexuais entre os evangélicos e que a igreja é um local pródigo em produzir tarados, como consequência de seu discurso que demoniza o sexo.
Afirmando ser uma pessoa de fé, declarou-se aberto para a possibilidade de existir vida em outros planetas. Também contou que já testemunhou muitos milagres e que suas experiências com jejum de vários dias lhe mostraram que trata-se de uma sensação muito mais forte que qualquer droga.
Ao ser questionado por Danilo sobre algumas histórias bíblicas, falou que acredita no relato sobre Jonas e o grande peixe e na existência dos gigantes nefilins (de Gênesis 6).
Caio Fábio afirmou que atualmente lidera um grupo não religioso chamado “Caminho da Graça”, que tem conseguido atrair os desigrejados que não desejam mais fazer parte das denominações existentes e foi categórico “os evangélicos pioram o mundo para os outros”.
Assista:


 Fonte: GOSPELPRIME.

Sudanesa cristã condenada à morte é presa novamente após soltur

Ela e marido foram detidos em aeroporto ao sair do país, segundo a CNN.
Meriam Ibrahim havia sido solta nesta segunda.

Meriam Yahia Ibrahim Ishag com seu filho recém-nascido na prisão no Sudão em 28 de maio (Foto: AFP)Meriam Yahia Ibrahim Ishag com seu filho, nascido
em prisão sudanesa no dia 28 de maio (Foto: AFP)
A sudanesa Meriam Ibrahim, solta nesta segunda-feira (23) após ser condenada à morte por abandonar o Islã no Sudão, foi presa novamente nesta terça-feira (24), informaram seus advogados à emissora “CNN”.
Além de Meriam, de 27 anos, seu marido, Daniel Wani, também foi preso. Eles foram detidos em um aeroporto da capital do Sudão quando tentavam deixar o país.
Não foram divulgados mais detalhes sobre a prisão.
A condenação à forca de Meriam Yahia Ibrahim Ishag no dia 15 de maio provocou fortes críticas de vários governos ocidentais e grupos de direitos humanos.
Filha de muçulmano, a mulher foi condenada pela lei islâmica, que proíbe conversões, depois de ter se casado com um cristão, com quem já tinha um filho de 1 ano e 8 meses.
saiba mais
Ela também foi condenada a 100 chicotadas por adultério, já que, segundo a interpretação sudanesa da sharia (a lei islâmica), as uniões entre uma muçulmana e um não muçulmano são consideradas traição conjugal.
Quando foi condenada, a mulher estava grávida e deu à luz uma menina 12 dias depois do veredicto.
Após o parto, foi levada da cela que dividia com seu primeiro filho e outras mulheres para o hospital da prisão.
Fonte: G1

Meu comentário: Enquanto os crentes se esbalda curtindo os gol de Neymar e companhia, tem pessoas sendo presa do outro lado do mundo só porque crer em Jesus. Com que será,  que você como igreja está se preocupando!  

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Igreja Presbiteriana dos EUA autoriza o casamento gay



Igreja Presbiteriana dos EUA autoriza o casamento gay Decisão histórica: pastores comemoram a decisão, anunciada após assembleia geral da igreja em Detroit. - David Guralnick / AP
A questão do casamento gay continua dividindo denominações inteiras. A exemplo do que já aconteceu com anglicanos, luteranos e metodistas, agora são os presbiterianos dos EUA que testemunham uma ruptura teológica e moral por causa dessa questão.
Desde meados do ano passado, quando a Suprema Corte americana invalidou a chamada “Lei de Defesa do Casamento”, a definição de matrimônio não é mais união de um homem e uma mulher. Dezenove dos 50 estados americanos, mais a capital Washington, oficializaram o casamento de pessoas do mesmo sexo. Sua aceitação já contabiliza 55% dos americanos segundo uma recente pesquisa do Instituto Gallup.
A Assembleia Geral da Igreja presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA), formada por 10.000 congregações, totalizando cerca de 1,8 milhão de fiéis, autorizou a realização de casamentos entre homossexuais. Mais de dois terços dos delegados reunidos na cidade de Detroit votaram a favor. A parcela que ficou contra já ensaia uma debandada, algo que vem acontecendo nas últimas décadas nessa que já foi uma das mais importantes denominações americanas.
Para a maior parte da liderança, a decisão foi chamada de “um avanço”. A Constituição da denominação afirma agora que “casamento implica um compromisso único entre duas pessoas”. O documento justifica ainda que “Cristo morreu para que pudéssemos ser reconciliados”.
Curiosamente, na véspera dessa decisão, milhares de pessoas se reuniram em Washington para realizar um movimento em favor do matrimônio tradicional. Denominada “Marcha pelo Casamento”, teve a participação de políticos importantes e líderes católicos e evangélicos. “O casamento deve ser protegido porque as crianças precisam cada vez mais de um pai e uma mãe”, afirmou Brian Brown, presidente da Organização Nacional para o Casamento.
Para o pastor presbiteriano brasileiro Augustus Nicodemus, a denominação nos EUA “traiu o Cristianismo bíblico”. “Esse é mais um passo na direção da apostasia, desde que a PCUSA entrou pelo caminho do liberalismo teológico”, escreveu ele em um longo texto em seu site. Fazendo ainda questão de esclarecer que essa denominação norte-americana “nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil”.
Nicodemus deixa um alerta “O campo está sendo preparado no Brasil para que em breve evangélicos passem a considerar a homossexualidade como sendo uma questão pessoal e secundária, abrindo assim a porta para ordenação de gays e lésbicas praticantes ao ministério da Palavra e para a realização de casamento gay nas igrejas evangélicas”.

Fonte: GOSPELPRIME. 

terça-feira, 17 de junho de 2014

Festa Junina: cultura popular ou disfarçada idolatria?

Seg, 09/06/2014 
No princípio, a festa era chamada de “Joanina”, pois era realizada em veneração a “São João”. Mais tarde, além de “São João”, outros santos católicos passaram a ser venerados. Assim a expressão mudou para “Festa Junina” em função de junho ser o suposto mês do nascimento dos santos que passaram a ser celebrados juntamente com “São João”.

Embora a festa seja popular e amplamente divulgada, os cristãos são advertidos pelas Escrituras a não participarem de nenhum tipo de festa com intuito de adoração ou veneração de santo algum. Esta prática é condenada pela Bíblia e classificada como pecado de Idolatria: “Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, no seu costume para com o ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada” (1Co 8.7). Vejamos alguns elementos de idolatria que revestem esta festa popular.

1. Santos Homenageados
13 Junho: “Santo Antônio”, 24 Junho: “São João” e 29 Junho: “São Pedro”

2. Mastro/Pau de Sebo
O mastro também conhecido como mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a festa junina. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando as datas de nascimentos dos três santos: “Santo Antônio”, “São João” e “São Pedro”.

3. Comidas Típicas
As comidas típicas da Festa Junina são para venerar “São Pedro”. A tradição católica atribuiu a “São Pedro” a responsabilidade de fazer chover. O mês de junho é o mês da colheita do milho. O milho só pode ser colhido por causa das abundantes chuvas. Assim, “São Pedro” é venerado na festa junina com comidas derivadas do milho. Pamonha, cural, milho cozido, milho assado, canjica, cuzcuz, pipoca e bolo de milho são apenas alguns exemplos da culinária junina.

4. Casamento Caipira
Na Festa Junina é realizado o casamento caipira para venerar “Santo Antônio”. Como “Santo Antônio” é considerado o santo casamenteiro, é comum as simpatias para mulheres solteiras que querem casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz à tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos mantimentos da casa e as mulheres que desejam casar devem comê-lo.

5. Fogueira
De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã afirma que o costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de “São João Batista” e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte. Outro simbolismo é a veneração de uma lamentável lembrança de “São Pedro” aquentando-se na fogueira na noite em que negou Jesus.

Considerações
Em virtude de todos os simbolismos acima relacionados, concluí-se que festejar “os santos” da “Festa Junina” é de acordo com a Bíblia Sagrada praticar idolatria. Deste modo os cristãos autênticos devem abster-se de tais festas.

Fonte: cpadnews .

domingo, 15 de junho de 2014

Igreja evangélica transmite jogo da Copa aos fiéis

O evento "Arena Jovem" serviu também para atrair os jovens de toda a região e evangelizá-los

Igreja evangélica transmite jogo da Copa aos fiéis Exibição do Jogo da Seleção será seguido por culto em igreja de São José. (Foto: Ana Paula Cunha/G1)

Diversas igrejas evangélicas convidaram seus membros para assistir a abertura da copa dentro dos templos. Em São José dos Campos a Igreja Sara Nossa Terra teve essa iniciativa para atrair os jovens do ministério “Arena Jovem”.
Além dos próprios fiéis da igreja, o evento atraiu jovens de toda a região que foram até o bairro Bosque dos Eucaliptos para acompanhar o jogo entre Brasil e Croácia.
“A ideia foi no propósito de juntar não só o pessoal da igreja, mas trazer também outras pessoas para nosso convívio, falar de Deus e mostrar que aqui também é um lugar divertido e gostoso”, afirmou o bispo Júnior Terra.
A Sara Nossa Terra de São José dos Campos transmitiu a partida em dois projetores e no final do jogo teve apresentação de música gospel e uma pregação feita pelo bispo.
O bispo Júnior disse ao G1 que a igreja está em oração não apenas para a Seleção Brasileira, mas para todo o país. “No ambiente apropriado, vamos orar para que o país não esqueça sua realidade. Tenho certeza que qualquer brasileiro de fé, também fará suas orações para que a Seleção ‘chegue lá’”, afirmou
Fonte: gospelprime.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Índios deixam costumes tradicionais e viram evangélicos em aldeia, no AP

09/06/2014 09h29 - Atualizado em 09/06/2014 09h29

Abinoan Santiago Do G1 AP

Indígena Zila Santos lendo a bíblia durante o culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Indígena Zila Santos lendo a bíblia durante o culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
A aldeia Kumenê, que fica na reserva Uaçá, em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, é uma das mais isoladas comunidades indígenas no extremo norte do país. Para chegar a tribo da etnia Palikuré é necessário navegar ao menos 20 horas por três rios do Amapá. Apesar de localizada em meio a selva amazônica, a aldeia sofreu influência da chamada “cultura do homem branco”, segundo o cacique Azarias Ioio Iaparrá, de 50 anos. Uma delas foi a incorporação do protestantismo. “Somos evangélicos. A maioria da aldeia é crente”, resumiu o líder indígena.
Antes adeptos da cultura em que o Deus era a natureza, os índios da aldeia Kumenê passaram a acreditar em Jesus Cristo. A consolidação da religião protestante na tribo não é recente.
VEJA IMAGENS DA ALDEIA KUMENÊ EM OIAPOQUE
Momento do culto na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)Momento do culto na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Relatos dos indígenas apontam que a “catequização evangélica” iniciou em 1965, quando um casal de missionários norte-americanos iniciou o referido processo que teria durado pouco mais de uma década. Eles teriam usado o argumento de que somente na crença em Jesus poderiam obter salvação divina.
Momento de oração de indígena em culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Momento de oração de indígena em culto na aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
“Os missionários explicaram pra gente que Jesus era o único salvador e que Deus fez o céu e a terra. Primeiro não acreditamos muito, mas depois começamos a aceita a palavra e fomos nos batizando nas águas”, contou o pastor indígena Florêncio Felício, de 55 anos, que desde os 25 anos segue o protestantismo. A aldeia tem apenas uma igreja evangélica, construída em alvenaria por missionários na década de 1990.
Com a incorporação do protestantismo o batizado nas águas era uma forma de demonstração da aceitação de Jesus Cristo. A consagração religiosa implicou em uma série de mudanças no comportamento dos índios em razão da nova doutrina adotada na tribo indígena. O ato de batismo era celebrado à margem direita do rio Urukauá, que banha a aldeia Kumenê.
Dança em louvor a Jesus Cristo na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)Dança em louvor a Jesus Cristo na aldeia Kumenê, em Oiapoque (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Uma das primeiras mudanças refletida na tribo tratou do espaço da comunidade. O cacique Iaparrá relata que depois da incorporação da religião protestante, as casas dos índios que antes eram afastadas umas das outras, passaram a ser construídas em distâncias menores entre si.
“Cada família tinha a própria aldeia, mas depois dos missionários passamos a viver mais próximos, como se fosse uma única família”, relatou Iaparrá.
O processo de mudança de cultura dos índios, conforme conta o cacique, teria se efetivado com a alfabetização dos nativos em português a partir da construção da primeira escola dois anos após a chegada dos missionários.
“Aprendemos a falar português porque era a língua dos brancos e assim também poderíamos nos comunicar melhor com os missionários”, acentuou Azarias Ioio Iaparrá.
O cacique acrescentou que apesar de a maioria dos índios saberem o português, a comunicação entre si, incluindo os cultos, é realizada em dialeto nativo, o palikur. Apenas as palavras ‘Jesus’, ‘Aleluia’ e ‘Amém’ não tem tradução para a língua indígena usada na aldeia.
Pastor indígena de Kumenê Florêncio Felício (Foto: Abinoan Santiago/G1)Pastor indígena de Kumenê Florêncio Felício
(Foto: Abinoan Santiago/G1)
O pastor indígena da tribo lembra que entre as práticas culturais combatidas pela religião protestante, três foram extintas: a circulação de pessoas nuas na aldeia, danças típicas, feitiçaria de pajés e o caxixi, bebida com teor alcoólico a base de mandioca fermentada com saliva. As tradições foram trocadas pelos pastores.
Zila Santos, de 47 anos, foi uma das índias que deixou de realizar os costumes tradicionais. “Eu não bebo e nem fumo mais. Isso melhorou a minha vida porque antes, quando os índios bebiam, tinham muitas brigas na aldeia. Depois da igreja, isso não aconteceu mais”, frisou.
Igreja evangélica onde os cultos são celebrados (Foto: Abinoan Santiago/G1)Igreja evangélica onde os cultos são celebrados (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Pensamento diferente tem o indígena Fernando Iaparrá, de 37 anos. Ele diz que saiu da igreja devido a mudança cultural que ela provocou nos índios que aderem a religião. “Eu gosto de beber o caxixi. Mesmo não tendo mais na aldeia, sou contra essa proibição. Por isso decidi deixar”, justificou o índio, que disse ter sido evangélico por apenas um ano.
Por causa do processo de mudança cultural, a intenção do cacique Iaparrá lamenta que a tribo tenha perdido os traços culturais característicos indígena: “Eu vi que a gente não deveria deixar a nossa cultura, mas já perdemos muitas coisas. Crianças que não sabem nem dançar, por exemplo”.
Culto
No lugar dos ritos tradicionais, os índios tomaram outra atividade para si. Por três vezes na semana, eles comparecem na única igreja da aldeia para acompanhar o culto evangélico.
A celebração religiosa começa as 20h e tem duração de três horas. Ela tem a mesma dinâmica de cultos realizados fora da tribo, com louvores, leitura de passagens bíblicas e danças com hinos evangélicos. A única diferença da reunião é que todas as atividades são na língua materna, inclusive a leitura da bíblia, que é redigida em palikur. Veja um trecho do culto em vídeo.
Alguns índios ficam obervando culto do lado de fora da igreja em Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Alguns índios ficam obervando culto do lado de fora da igreja em Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
O sonho do sucesso gospel
Os cultos na igreja em Kumenê têm várias bandas que participam durante a celebração. Uma delas é a Missão de Gideão, formada apenas por indígenas. O grupo existe há 20 anos e é um dos mais antigos na comunidade, segundo um dos membros da banda Sofonias Hipólito, de 39 anos.
Ele conta que o grupo musical é composto por quase dez pessoas, a maioria jovens. Ao longo de duas décadas, mais de 100 músicas gospel foram compostas na língua materna da aldeia, conforme cálculo de Hipólito. Veja o vídeo da banda ao lado.
Com tanta música, o integrante da banda revela que o maior sonho do grupo é sair da aldeia para gravar um disco em Macapá. “Temos um material autoral que precisamos colocar em um CD. Mas por causa da dificuldade financeira e distância, ainda não conseguirmos viajar”, disse.
Além das 20 horas navegando da aldeia até Oiapoque, a viagem até Macapá leva mais 12 horas via terrestre com passagem de ônibus ao preço de R$ 90. “Peço todo dia para Deus nos ajudar a sair da aldeia. Temos muitos hinos e queremos mostrar nosso trabalho”, concluiu Sofonias Hipólito.
Bíblia escrita em palikur, língua materna da aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)Bíblia escrita em palikur, língua materna da aldeia Kumenê (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Kumenê
A aldeia Kumenê está localizada na reserva Uaçá, em Oiapoque, extremos norte do país. Ela é composta por dez vilas às margens do rio Urukauá, que somam 1.963 índios, segundo o cacique Azarias Iapará.
Nas cabeceiras dos rios Oiapoque e Uaçá, a vegetação é de terra firme, mas seguindo em direção à foz do rio Urukauá, a vegetação muda, sendo tomada por campos alagados, com algumas montanhas, que permitem a ocupação humana.
Para chegar na aldeia Kumenê, em Oiapoque, é necessário viajar mais de 20 horas via fluvial (Foto: Abinoan Santiago/G1)Para chegar na aldeia Kumenê, em Oiapoque, é necessário viajar mais de 20 horas via fluvial (Foto: Abinoan Santiago/G1)
A tribo faz parte da etnia Palikur, que também possui descendentes na Guiana Francesa. Na comunidade brasileira, a língua materna é uma das únicas culturas preservada. Os índios ainda utilizam o dialeto local para se comunicar entre si.
Além do dialeto palikur, muitos falam ou compreendem o patuá, idioma usado por índios das etnias Karipuna e Galibi-Marworno.
Em Kumenê, atualmente há atendimentos da Fundação Nacional do Índio (Funai), com um posto de saúde, e de uma escola estadual com aulas de até o ensino médio.


Que maravilha Deus é bom!

Xuxa fala sobre polêmico filme e comenta declaração do pastor Eurico: “achei feio”

Ela defendeu a Lei da Palmada e incentivou os telespectadores a denunciarem casos de violência pelo Disk100 Xuxa fala sobre polêmico filme e comenta declaração do pastor Eurico: “achei feio” Xuxa comenta declaração de Pastor Eurico: "achei feio" A apresentadora Xuxa Meneghel comentou sobre as declarações do deputado Pastor Eurico dizendo que a atitude do parlamentar foi “feia”. Ela participava de uma sessão sobre a discussão da Lei da Palmada, hoje aprovada e chamada de Lei Menino Bernardo, quando o deputado do PSB-PE afirmou que a pior agressão contra criança Xuxa havia cometido ao contracenar um filme erótico com um garoto de 12 anos. Pastor Eurico se referia ao filme “Amor Estranho Amor”, uma fase da carreira que Xuxa não gosta de comentar. Mas neste sábado (7), durante sua participação no programa “Altas Horas”, a Rainha dos Baixinhos resolveu falar sobre o caso e se defender. “Tem gente que fala do filme que fiz, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu tinha 18 anos e fazia uma menina de 15. Se quiserem comparar o filme, que tem eu beijando o menino, comparem com a cena de um pai de 40 anos batendo em uma filha de 02 anos e vejam o que é mais vergonhoso, então vamos ser justos”, disse. A apresentadora da Globo é a favor da Lei Menino Bernardo e desaprovou a forma como o deputado se referiu a ela. “Acho isso muito feio. Ele pode não gostar de mim, mas agora ele não pode usar violência contra criança, porque é lei”, declarou. Defendendo seu posicionamento, Xuxa afirmou que os brasileiros terão que mudar o hábito para evitar as punições previstas na nova lei que deve ser sancionada pela presidente Dilma. Xuxa também pediu para que as pessoas denunciem pelo Disk100 quando virem casos de agressão a crianças e tenta explicar o projeto que não deixa claro quais são os tipos de agressão proibidas. “O que está escrito é que não pode usar nenhum tipo de violência ou castigo físico que gere dor e sofrimento na criança”. Fonte:GOSPELPRIME.