sábado, 25 de janeiro de 2014

Jean Wyllys e a reviravolta no caso Caíque


Jean Wyllys
E agora Deputado, vai pedir desculpas públicas por ter culpado Pastores Evangélicos de incitar a violência homofóbica na sociedade cuja consequência foi a morte do jovem de 16 anos Kaique Augusto Batista dos Santos? Infelizmente ele morreu, mas não foi por agressão homofóbica, mas por suicídio em queda do viaduto sob efeito de álcool. 
Não teve os dentes arrancados por skinheads. Não foi golpeado com uma barra de ferro na perna. Não teve a cabeça arrebentada a pauladas. Infelizmente, o diário do moço mostra uma mensagem de despedida. Ele se jogou do Viaduto Nove de Julho, no Centro de São Paulo. Se ele tivesse Jesus na sua vida, a esta hora estaria vivo, cantando e brincando com sua família.
Os peritos da Polícia Civil já coletaram as evidências, conversaram com a mãe do moço e a versão que assopraram nos ouvidos dela não se susteve. O moço suicidou-se por depressão, consequência de desilusão amorosa.  
O Deputado Jean Wyllys tentou manipular a consciência da sociedade culpando pastores evangélicos que ele odeia, por pensarem de forma diferente da sua. Escolheu-os para bodes expiatórios. Uma atitude indigna de um parlamentar. Agora, tudo que acontece de ruim com um homossexual é culpa dos pastores evangélicos. Franz Kafka explica bem isso.
A culpa não é da Bíblia, mas dos charlatães que, em nome de uma fé que não têm, distorcem seu texto e seu contexto para usá-la contra a população LGBT, pregando o ódio e convocando a violência. Eles fazem isso por dinheiro e poder — ou você acha que realmente acreditam em alguma coisa? — e o resultado é um país que já se acostumou a assistir no Jornal Nacional à morte de mais um jovem gay, mais uma jovem lésbica, mais uma travesti ou uma pessoa transexual, vítimas do ódio irracional que os fundamentalistas promovem.” (Jean Wyllys).

O ponto que ele pensou ter ganhado da opinião pública nas costas dos evangélicos revelou-se inconsistente. Ele foi com tanta sede ao pote que o quebrou. De agora em diante, o que já se desconfiava passa a ter mais consistência: há uma manipulação escandalosa de dados e fatos para conseguir de qualquer maneira privilégios para a criação de uma casta permanente de intocáveis na Constituição e no Código Civil Brasileira.


Deputado, ainda não foi desta vez. O PLC 122 depois deste fiasco está morto e enterrado.

E pelo jeito, agora ficou ainda mais difícil. A continuar deste jeito, o ativismo gay que sobrevive e quer continuar vivendo às custas de verbas públicas e seus porta-vozes vão precisar de se desculpar publicamente por acusar levianamente evangélicos de ser a causa de insuflar a morte de homossexuais. É do culpa do fundamentalismo religioso, aliás, todos que creem que a Bíblia é a palavra de Deus são fundamentalistas.

Quanto mais violência, mais barulho. E quanto mais barulho, mais verba pública no bolso de quem quer viver pendurado nas tetas do Governo - sem trabalhar!

Os evangélicos amam todo homossexual, embora não concordem com a prática homossexual. Nenhuma Igreja Evangélica pergunta na porta de entrada qual é a opção sexual de uma pessoa para permitir o acesso. Em reuniões de culto público todos são bem vindos.

Jesus cura a depressão. Jesus perdoa os pecados e traz a paz de espírito. Desilusão amorosa não se cura com bebida nem suicídio: há um caminho bem melhor: Como se reconciliar com Deus.

Peça desculpas Excelência, o senhor falou muita besteira.

Fonte: Olhar Cristão
Meu comentário: A bíblia diz que o mal, por si só se destrói, é só orar e espera o trabalhar de Deus.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos, é uma piada; comenta Pr. Silas

A morte de Kaique Augusto dos Santos, de 17 anos, um rapaz homossexual, mobilizou muita notícia na imprensa nesta terça-feira (21). Logo após, a ministra Maria do Rosário divulgou uma nota ridícula, que reproduziremos abaixo para que você leia com atenção e, em seguida, veja o comentário do Pr. Silas Malafaia.
 
Nota da ministra Maria do Rosário na íntegra
 
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) vem a público manifestar solidariedade à família de Kaique Augusto Batista dos Santos, assassinado brutalmente no último sábado (11/01). Seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar de São Paulo próximo a um viaduto na região da Bela Vista, na Avenida 9 de Julho.
 
As circunstâncias do episódio e as condições do corpo da vítima, segundo relatos dos familiares, indicam que se trata de mais um crime de ódio e intolerância motivado por homofobia.
 
De acordo com dados do Relatório de Violência Homofóbica, produzido pela Secretaria de Direitos Humanos, em 2012, houve um aumento de 11% dos assassinatos motivados por homofobia no Brasil em comparação a 2011. Diante desse grave cenário, assim como faz em outros casos que nos são denunciados, a SDH/PR está acompanhando o caso junto às autoridades estaduais, no intuito de garantir a apuração rigorosa do caso e evitar a impunidade.
 
A ministra da SDH/PR, Maria do Rosário, designou o coordenador-geral de Promoção dos Direitos deLGBT e presidente do Conselho Nacional de Combate a Discriminação LGBT, Gustavo Bernardes, para acompanhar o caso pessoalmente. O servidor da SDH/PR desembarcou no início na tarde desta sexta-feira (17) na capital paulista, onde deverá conversar com a família e acompanhar o processo investigativo em curso.
 
Informamos ainda que a Secretaria de Direitos Humanos está investindo recursos para a ampliação dos serviços do Centro de Combate à Homofobia da Prefeitura Municipal de São Paulo, fortalecendo a rede de enfrentamento à homofobia.
 
Diante desse quadro, reiteramos a necessidade de que o Congresso Nacional aprove legislação que explicitamente puna os crimes de ódio e intolerância motivados por homofobia no Brasil, para um efetivo enfrentamento dessas violações de Direitos Humanos.
 
O Governo Federal reitera seu compromisso com o enfrentamento aos crimes de ódio e com a promoção dos direitos das minorias, em especial, com a população LGBT.
 
Pr. Silas comenta:
 
Não é de hoje que essa ministra fala bobagem na defesa ridícula do ativismo gay. É a mesma que quando deputada foi defensora de outra estupidez, a lei da palmada.
 
Antes que a polícia desse qualquer relatório sobre a morte do rapaz, ela emite a nota que você acabou de ler, típica de uma pessoa precipitada, sectarista, querendo fazer média com o ativismo gay, que juntamente com ela falaram asneira sobre a questão. E isto sem falar em outro campeão da asneira que é o deputado Jean Wyllys, que para ridículo não lhe falta nada, com as acusações mais levianas que já vimos até hoje sobre os evangélicos. Merecia ser cassado por ofensa a um dos maiores segmentos sociais do país, que são os evangélicos.
 
A verdade é que não somos a favor da morte de ninguém, seja por suicídio, assassinato, ou qualquer outro tipo de evento que possa tirar a vida de um semelhante. A polícia descobriu que depois que o rapaz saiu de uma boate gay, ele se jogou de cima de um viaduto em São Paulo, e descobriu também que ele deixou escritos se despedindo da família. Isto é mais uma prova da manipulação de dados em relação a homofobia.
 
Já tenho dito varias vezes que pelo menos 50% dos assassinatos de gays é briga de amor entre eles. O ativismo gay tenta tirar partido da desgraça dos outros afim de obter concessões e privilégios em detrimento dos outros segmentos sociais. A ministra também não perde tempo porque defender o ativismo gay é questão ideológica do PT, e para ser honesto, com raríssimas exceções, membros do PT não compactuam com isto.
 
Interessante que há poucos dias uma menina de 6 anos morreu queimada em uma barbárie dos bandidos no Maranhão, e ainda tem membros de sua família em estado grave internada no hospital, e esta ministra ridícula não emitiu uma nota sequer. Quer dizer que direitos humanos é só quando envolve gays? E a questão dos presídios, no Maranhão? Não vai falar nada ministra?
 
Se esse governo fosse um governo sério, ela já teria sido demitida, e fica uma pergunta: Por que grande parte da imprensa que deu destaque a questão do rapaz homossexual que morreu, inclusive dando holofote para essa ministra, não cobra uma posição contra ela? Lamento dizer que grande parte da imprensa é sectarista e possui uma predisposição para dar holofote às causas que envolvem a ideologia de esquerda. Por fim, essa ministra perdeu uma oportunidade de ficar CALADA!

Fonte:  Portal fiel.

Canção sobre o “marido da missionária” causa polêmica nas redes sociais


Música de “louvor que não é louvor” fala sobre o juízo de Jeová sobre quem cobiçar o marido da missionária

Canção sobre o “marido da missionária” causa polêmica nas redes sociais Canção sobre o "marido da missionária" causa polêmica
Alguns anos atrás, o grupo Fogo no Pé gravou um forró gospel chamado “Comido de bicho”. O sucesso da música suscitou um debate acalorado sobre qual o sentido de uma música ser entoada nas igrejas com uma mensagem “questionável” e que não era propriamente de louvor a Deus.
Nos últimos dias o debate ressurgiu nas redes sociais por causa da música “Esse marido é meu, vai pedir pra Deus o seu”, de Vanessa Leal.
Com 10 anos de ministério e prestes a lançar seu quarto disco, Vanessa mora no Pará e canta num estilo bem popular nas igrejas pentecostais.
Contudo, o vídeo postado na internet mostra que durante o culto ela canta:
“O meu marido é bonito mas é todo meu,
se estás querendo um varão peça a Deus o seu.
Esse vaso é casado e não tem condições de você ficar com ele
Esse vaso é bonito e tem algo diferente,
É varão da missionária e também é crente,
É pai de duas filhas, é marido exemplar.
Se der em cima dele, Jeová vai te cobrar”
No final da música, ela acrescenta “Na classe, sem chamar ninguém de pomba-gira, sem chamar ninguém de prostituta. Só um recadinho”.
Apesar dos gritos de aprovação e das palmas ouvidas na igreja, o material gerou polêmica.

Enquanto muitas pessoas acham engraçado a irreverências e fazem piadas sobre a aparência do marido da missionária, há quem critique. Entre os muitos comentários de reprovação, pode ser lido o recado da internauta Cristina, que postou “Que Horror! Esse marido é meu? Perdeu o foco do evangelho? Vergonha para o povo de Deus. Vai orar e virá a inspiração de Deus e não essa totalmente carnal”.
Assista 
Fonte: Gospelprime.
Meu comentário: isto não é louvor, e uma musica carnal.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Fã de futebol americano, pastor faz sermão de um minuto para não perder jogo de seu time de coração; Assista

Fã de futebol americano, pastor faz sermão de um minuto para não perder jogo de seu time de coração; Assista








Em 2013, algumas igrejas exibiram o jogo da Seleção Brasileira na final da Copa das Confederações contra a Espanha, antecipando-se à possibilidade de os fiéis não irem ao culto e usando a estratégia como forma de manter a comunhão entre os membros.
Em 2014, um pastor fã de futebol americano tomou uma decisão ainda mais ousada: realizou um sermão de 1 minuto para poder assistir a partida do time de coração, San Francisco 49ers, que aconteceria no mesmo horário do culto.
Tim Christensen, líder da Igreja Luterana Gold Hill surpreendeu os fiéis da congregação ao dizer que o culto seria um pouco diferente naquele domingo: “Vocês podem não saber, mas um jogo de futebol vai começar dentro de alguns instantes. Não que eu tenha algum interesse no jogo, mas acho que podemos ter uma espécie de serviço abreviado”, disse o pastor, em tom de brincadeira.
Usando de muito bom humor, o pastor diz que os fiéis já foram perdoados de seus pecados, e que eles poderiam se servir da Ceia memorial, pois havia “pão e vinho sobre a mesa”.
Com as gargalhadas dos fiéis, o pastor abre sua vestimenta sacerdotal e exibe uma camisa do San Francisco 49ers, e indo em direção à porta, diz: “Tô Fora”.
De acordo com o Christian Post, o próprio pastor revelou posteriormente que o sermão de 1 minuto era na verdade, uma brincadeira sadia com os fiéis da denominação: “A verdade é que depois eu voltei e fiz um sermão completo”, disse o pastor.
“Todo mundo pensou que eu estava falando sério, mas eu comecei a ser vaiado pelos Vikings e Packers [torcedores de times rivais do San Francisco 49ers) da minha congregação Então eu voltei e fiz um culto completo depois... Essa era apenas a minha maneira de adicionar um pouco de leveza para o dia", afirmou o pastor.
Christensen ainda ressaltou que muitas pessoas acreditam que ser cristão é ser careta: “Às vezes as pessoas têm a impressão de que os cristãos são pessoas realmente tensas e julgamento. Eu estava apenas me divertindo”.
Na ocasião, o San Francisco 49ers venceu o Carolina Panthers por 23 a 10, e agora enfrentará o Seattle Seahawks na decisão da Conferência Nacional, no próximo domingo, num horário muito semelhante ao do culto do pastor Tim. Se vencer a próxima partida, o 49ers disputará o SuperBowl novamente este ano. Em 2013, a equipe foi vice-campeã.
Assista ao sermão expresso do pastor Tim Christensen:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

domingo, 19 de janeiro de 2014

Eclesiologia: O Governo Eclesiástico na Perspectiva Bíblica, Histórica e Denominacional Assembleiana

Na medida em que a Igreja de Jesus se expandia, houve a necessidade de que um governo devidamente organizado fosse estabelecido. Sobre isso nos diz Berkhof:
Enquanto que Cristo delegou poder à Igreja como um todo, também providenciou para que este poder fosse exercido ordinária e especificamente por órgãos representativos, separados para a manutenção da doutrina, do culto e da disciplina.[1]
 
Discorrendo sobre o assunto, Grudem nos alerta que a forma de governo da igreja não é uma doutrina central como a trindade, a divindade de Cristo, a expiação vicária, ou autoridade das Escrituras. Dessa forma, em razão também da falta de dados mais claros no Novo Testamento, as divergências de modelos presentes no curso da história e na atualidade são inevitáveis.[2]
 
O governo da Igreja existe a partir da concessão soberana e graciosa de dons do Espírito para tal serviço:
[...] tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo;ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria. (Rm 12.6-8, ARA)
O termo grego traduzido por “preside” é proistámenos, que significar liderar, dirigir, cuidar de, prover.[3] Transmite a ideia de estar no primeiro lugar[4], ou ainda de “influenciar outros de tal forma que sigam um procedimento recomendado”.[5]
 
A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. (1 Co 12.28, ARA)
O termo “governos”, traduzido do grego kyberneséis, inclui a ideia de um dom que habilita à liderança e administração[6]. Refere-se literalmente à pilotagem de um navio. Estando plural, o termo indica “provas de habilidade para manter uma posição de liderança na igreja”.[7] O dom de governos ou liderança, pode implicar em algumas línguas na capacidade dada por Deus de influenciar pessoas, fazendo com que elas voluntariamente se tornem seguidoras.[8]
E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. (Ef 4.11-14)
A lista de Efésios 4.11 é intitulada geralmente de “Dons Ministeriais”, como no caso da Bíblia de Estudo Pentecostal, que oferece a seguinte definição: “Este versículo alista os dons de ministério (i.e., líderes espirituais dotados de dons) que Cristo deu à igreja”[9] , tendo com objetivo preparar o povo de Deus para o trabalho cristão e para o crescimento e desenvolvimento espiritual do corpo de Cristo. Outro termo utilizado para classificar a referida lista é “Ministérios de Liderança”.[10]
Considerando o tema, Williams nos adverte para o fato de que num sentido mais amplo e genérico, qualquer que seja o lugar que alguém ocupe na igreja de Jesus Cristo, deve ser considerado um ministro, ou seja, aquele que serve, do grego diakonos.[11]
 
Voltando ao sentido mais específico do termo “Ministério”, temos a designação de alguém comissionado para desempenhar algum serviço no âmbito da liderança na igreja, devidamente reconhecido por esta, mediante a sua ordenação pública.
Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram. [...] Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros. (Hb 13.7, 17, ARA)
O termo “guia”, do grego hegoumévon, traduz a ideia de conduzir, dirigir, liderar, comandar. Estes devem comunicar a palavra de Deus e cuidar (vigiar, velar) da alma dos discípulos, enquanto são honrados com obediência, confiança, rendição (Gr. peíthesthe) e submissão, sujeição (Gr. hypeíkete)[12]
As Formas de Governo Eclesiástico ao Longo da História 
A estrutura governamental na Igreja Primitiva constituía-se originalmente dos discípulos e por um único ministério de liderança, ocupado pelos apóstolos (At 1.15-26). Com o crescimento do número de discípulos surgiram dificuldades, e com elas a necessidade de um corpo auxiliar de “ministros” ou “oficiais”, designados de bispos, presbíteros, e diáconos. (At 6.1-7; 14.21-23; 15.6,22; 16.4; 20.17-18, 28-35; Fp 1.11; Tm 3.1-13; Tt 1.5-9; 1 Pe 5.1-4; 2.25). As grandes decisões da igreja eram tomadas com a participação dos oficiais e dos discípulos (At 1.15-26; 6.1-6; 15.6-12, 22-28). 
O segundo século foi marcado pela ascensão e primazia dos bispos sobre os outros presbíteros, considerados sucessores diretos dos apóstolos. O primeiro a defender tal ideia foi Inácio de Antioquia, mas Irineu de Lion é quem  fortaleceu as suas bases através do ensino, encorajando assim a institucionalização das estruturas da igreja.[13] O caminho estava aberto para em meado do século VI, Gregório, o Grande, bispo de Roma, ser considerado o primeiro papa da então Igreja Católica, o bispo sobre os demais bispos da igreja.
 Ao longo dos séculos, e mais especificamente após a reforma Protestante, a igreja adotou várias formas ou sistemas de governo, onde dentre os quais se destacam:
- O Episcopal: O governo é centralizado num líder acima de todos os demais líderes ou oficiais, tendo por base a ideia da sucessão apostólica;
- O Congregacional: O governo é centralizado nos membros da igreja. Os oficiais são meros empregados para a função de ensino, e para atenderem as necessidades administrativas estabelecidas pelos membros;
- O Presbiteriano: O governo é centralizado num conselho representativo ou presbitério, eleito pela igreja local.
O Governo Eclesiástico nas Assembleias de Deus no Brasil
O sistema de governo assembleiano é predominantemente episcopal, mas não no sentido estrito ou radical do termo, visto que os ministros auxiliares, presbíteros, e inclusive a própria igreja de forma geral, participam de algumas decisões sobre questões administrativas e eclesiais. 
Uma grande ênfase na hierarquia é dada, onde os pastores estão no topo da pirâmide entre os oficiais da igreja, e os cooperadores ou auxiliares oficiais na base dela. Tal modelo é resultado da influência dos sistemas de governos eclesiásticos das igrejas alcançadas pelo Movimento Pentecostal no Brasil, junto com a perspectiva teológica eclesial dos pioneiros e missionários suecos. Sobre a concepção pentecostal sueca de governo eclesial e funções ministeriais, escreve Araújo:
No pentecostalismo sueco, o crente que tivesse o propósito de se tornar um pregador pentecostal e chegar ao topo da coletividade deveria se matricular numa escola bíblica. Depois de ter aulas sobre interpretação bíblica e homilética, além de outros assuntos, o aluno tornava-se um evangelista, apto para explicar o texto bíblico em hebraico e grego. Com o título de “evangelista”, ele deveria sair ao campo dentro do país. Mulheres também podiam se tornar evangelistas ou missionárias, mas não lhes era permitido ser “pregadora”. Era importante que o evangelista se tornasse um “sacerdote assistente”, ao lado de um pastor conhecido. Desta forma, seria mais fácil para ele também ficar conhecido. Isso lhe era necessário em relação a promoções futuras.Era importante também que o evangelista atuasse como pregador da igreja durante algumas semanas. Com isso, ele passava a fazer parte da coletividade de pregadores e era reconhecido como tal. Quando era incluído no caminho da promoção, ele recebia uma “convocação”, e não era mais chamado de evangelista, mas de ”pregador”. Depois disso, ele podia ser convocado para ser um “bispo” (pastor). Então, ele permanecia no último e fundamental posto. Ele deveria ser um divulgador vibrante da obra. Era reconhecido por Estocolmo e deveria manter sua posição e comunhão com a comunidade de pregadores pentecostais.[14]
A narrativa acima ajuda-nos a entender, em primeiro lugar, que o ensino teológico, incluindo o domínio das línguas originais da Bíblia, fazia parte do preparo do obreiro sueco. Os missionários suecos que cooperaram na implantação e expansão das Assembleias de Deus no Brasil se enquadravam neste perfil.  Não foram eles, com certeza, que fomentaram no meio assembleiano a aversão ao estudo da teologia. Aliás, a grande questão nunca foi a necessidade ou não de preparo teológico dos obreiros nacionais, mas onde, e de que forma isso se daria.
Em segundo lugar, se evidencia as origens históricas e conceituais da grande ênfase dada no contexto assembleiano brasileiro daquilo que podemos chamar de “plano de cargos e carreira ministerial”, da “corrida” ou “disputa” pelo topo no ministério eclesiástico, concepções que não encontram fundamento algum nas Escrituras.
Os Oficiais nas Assembleias de Deus no Brasil
Os oficiais da igreja são pessoas publicamente reconhecidas como detentoras do direito e da responsabilidade de desempenhar certas funções para o benefício de toda a igreja.[15]
Não há também uniformidade na igreja cristã evangélica sobre os ofícios. Dependendo do modelo de governo, tais ofícios ou títulos variam.  Tal variação, na prática, diz respeito à forma de escolha dos candidatos (por indicação ou eleição), no método de ordenação ou consagração, na nomenclatura dos cargos, na disposição hierárquica, e nas atribuições dos oficiais. 
Alguns estudiosos consideram os termos pastor, bispo e presbítero como sinônimos[16], enquanto outros consideram funções distintas.[17] Desde a Reforma Protestante, a Igreja evangélica, ao referir-se ao seu líder pastoral local, passou a utilizar o título de pastor.[18]
No contexto assembleiano, De forma geral, excetuando-se alguns casos em certas regiões do país, os oficiais da igreja são denominados e classificados como Pastores, Evangelistas, Presbíteros, Diáconos e Cooperadores ou Auxiliares Oficiais.
As bases teóricas e argumentativas para a distinção nas Assembleias de Deus no Brasil, entre os que são chamados de “Ministros” (pastores e evangelistas), diferenciando-os dos presbíteros, foram lançadas pelo missionário e evangelista sueco Nils Kastberg:
O missionário sueco Nils Kastberg escreveu, em seu artigo “Os presbíteros”, publicado no Mensageiro da Paz de agosto de 1936, p. 2, 2ª quinzena, que a Bíblia mostra, “com toda clareza”, que há duas qualidades de presbíteros. Uma qualidade é a de apóstolos, pastores e ensinadores que também são presbíteros, com base em Ef 4.11 e 1 Pe 5.1, e nos “anjos” das sete cartas do apocalipse, que, em primeiro lugar, tinham responsabilidade pelo trabalho na igreja. Esta classe de presbítero mencionada nestes textos bíblicos, segundo Kastberg, é a que, em geral, representa os que são chamados inteiramente para o ministério, e que têm o seu sustento, completo ou em parte, da igreja onde trabalham, ou de outra igreja que queiram, por algum motivo, auxiliar, ou seja, aquela que o presbítero dirige como pastor.[19]
O pensamento de Kastberg veio a influenciar as resoluções convencionais em torno da questão. Em 1937, na Assembleia de Deus em São Paulo-SP, após intensos debates, os convencionais compreenderam, com base nos textos de 1 Pedro 5.1, Atos 20.28 e 1 Timóteo 5.17, que, em certos casos, parecia haver uma diferença entre anciãos e anciãos com chamada ao ministério, e estabeleceram, assim, a hierarquia eclesiástica que até hoje prevalece nas Assembleias de Deus no Brasil.[20]
Na Convenção Geral de 1946, realizada na Assembleia de Deus em Recife-PE, foi aprovado que só poderiam assistir as sessões convencionais “os missionários, pastores e evangelistas”, enquanto “os auxiliares, presbíteros e diáconos” só poderiam tomar parte “com a devida recomendação de seus respectivos pastores e sem direito à votação”.[21]
Dessa forma, estava sacramentada nas Assembleias de Deus no Brasil, a ideia de que ministros (pastores e evangelistas) e presbíteros não pertenciam à mesma “classe” ou “categoria” ministerial, na condição de oficiais da igreja. O presbítero, dentro deste modelo governamental eclesiástico, passou a ser compreendido como o penúltimo cargo a ser exercido na sucessão de ordenações, antes de ser consagrado à evangelista ou pastor.[22]
A Essência do Governo Eclesiástico ou da Liderança Cristã
O governo ou liderança exercido na igreja, independente de modelos ou sistemas governamentais, e de terminologias funcionais, se fundamenta no serviço voluntário ao próximo, associado a uma vida santa e exemplar dos seus oficiais:
Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mt 20.25-28, ARA)
Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória. (1 Pe 5.1-4)
Sigamos fielmente o exemplo do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, para a glória de Deus (1 Co 10.31).


[1] BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo: Cultura Cristã, 1990, p. 537.
[2] GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática: atual e exaustiva. São Paulo: Vida Nova, 1999, p. 758.
[3] HAUBECK, Wilfrid; SIEBENTHAL, Heinrich.  Nova Chave Linguística do Novo Testamento Grego: Mateus-Apocalipse. São Paulo: Targumim/Hagnos, 2009, p. 984.
[4] RIENECKER, Fritz; ROGERS, Cleon. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 277.
[5] LOUW, Johannes; NIDA, Eugene. Léxico Grego-Português do Novo Testamento: baseado em domínios semânticos. Barueri-SP: SBB, 2013, p. 415.
[6] HAUBECK, Wilfrid; SIEBENTHAL, Heinrich. Ibid., p. 1030.
[7] RIENECKER, Fritz; ROGERS, Cleon. Ibid., p. 318.
[8] LOUW, Johannes; NIDA, Eugene. Ibid., p. 415.
[9] Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p. 1814.
[10] ARAÚJO, Carlos Alberto R. de. A Igreja dos Apóstolos: conceito e forma das lideranças na Igreja Primitiva. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
[11] WILLIAMS, J. Rodman. Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal. São Paulo: Vida, 2011, p. 879.
[12] Bíblia de Estudo Palavras-Chave: hebraico-grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 2347 e 5228.
[13] FERREIRA, Franklin; MYATT, Alan. Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. São Paulo: Vida Nova, 2007, p. 919-920.
[14] ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 714.
[15] GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática: atual e exaustiva. São Paulo: Vida Nova, 1999, p. 759.
[16] STITIZINGER, James F. O Ministério Pastoral na História, in MACARTHUR JR., John. Ministério Pastoral: alcançando a excelência no ministério cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 56.
[17] ARAÚJO, Carlos Alberto R. de. Ibid., p. 114.
[18] ARAÚJO, Carlos Alberto R. de Ibid., p. 97.
[19] ARAÚJO, Isael de. Ibid.,p. 716.
[20] DANIEL, Silas.História da Convenção geral das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 135.
[21] ARAÚJO, Isael de. Ibid.
[22] ARAÚJO, Isael de. Ibid.
Fonte:  Blog Pastor Altair Germano

sábado, 18 de janeiro de 2014

A verborragia de um deputado BBBrasileiro

Um adolescente homossexual de 16 anos é encontrado morto em São Paulo, ao lado de um viaduto. Os investigadores afirmam que não há, por ora, indícios ou provas de que ele tenha sido assassinado. Tudo indica que ele tenha se suicidado. Há, inclusive, a menção disso em seu diário.

A grande mídia, então, não acredita na versão policial e começa a sugerir que se trata de um assassinato motivado por homofobia. E ela sequer ventila a possibilidade de o rapaz ter sido morto por alguém de seu próprio grupo, caso não tenha se suicidado. Mas o pior vem a seguir...

Não aceitando a hipótese de suicídio, um "prestigiado" deputado gay BBBrasileiro — que tem nome francês e sobrenome que nos faz lembrar de um carro antigo — resolve sugerir, na revista Carta Capital, que os verdadeiros autores desse assassinato (assassinato?) são os evangélicos fundamentalistas!

Sinceramente, estou convencido de que esse cidadão está no lugar errado. Primeiro, porque as suas opiniões como parlamentar são ofensivas, incoerentes, parciais, desinteligentes, além de evangelicofóbicas. Segundo — para citar apenas dois motivos —, porque ele mesmo, há pouco tempo, afirmou, em uma entrevista, que ganha muito pouco como deputado... #ProntoFalei.

Ciro Sanches Zibordi

Jean Wyllys responsabiliza evangélicos pela morte de adolescente gay em São Paulo: “A culpa é dos charlatões da fé”

Jean Wyllys responsabiliza evangélicos pela morte de adolescente gay em São Paulo: “A culpa é dos charlatões da fé” A morte de um adolescente em São Paulo, possivelmente vítima de homofobia, levou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) a atribuir aos evangélicos do Brasil a responsabilidade pelo crime.
O jovem Kaique Augusto dos Santos, 17 anos, foi encontrado morto embaixo do viaduto Nove de Julho, em São Paulo, com sinais de tortura. De acordo com declarações de familiares ao telejornal Bom Dia SP, da TV Globo, Kaique não tinha nenhum dos dentes na boca, estava com uma barra de ferro na perna e vários dedos de sua mão haviam sido quebrados.
“Arrancaram todos os dentes. Ele não tinha nenhum dente na boca. Espancaram muito a cabeça dele. Ele foi vítima de homofobia. Nós acreditamos nisso. Não tem prova, mas a gente acredita que foi isso”, disse Tainá Uzor, irmã de Kaique. Ainda segundo os familiares, o adolescente havia saído na sexta-feira, 10 de janeiro, para uma balada gay no Largo do Arouche, no centro de São Paulo. Os amigos do rapaz disseram que ele saiu no meio da madrugada para procurar seus documentos, que estariam perdidos, e nunca mais voltou.
Jean Wyllys publicou em sua página no Facebook um artigo em que critica a forma como um crime semelhante a esse é tratado no Brasil: “Em outros países, seria manchete de capa de todos os jornais. A Presidenta falaria em cadeia nacional. O país inteiro reclamaria justiça. Os poderes públicos reagiriam de imediato”, escreveu o ativista gay.
Wyllys afirmou ainda que “o governo Dilma, aliado do fundamentalismo religioso e das máfias que pregam o ódio contra todos aqueles que amam diferente, a morte desses meninos não é um fato importante, que mereça a atenção do Estado”.
Sobre os evangélicos, Wyllys não mediu palavras para responsabilizar as lideranças cristãs pela morte do adolescente homossexual, citando indiretamente o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
“Como eu já escrevi tempo atrás, em ocasião de outros assassinatos como este, em cada caso aparece, como pano de fundo, o discurso de ódio alimentado por igrejas caça-níquel e pela bancada fundamentalista no Congresso federal, que em 2013 ganhou de cínico presente, com o apoio da bancada governista, a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. É claro que a violência é praticada por pessoas violentas e os agressores são responsáveis por seus atos, mas não é por acaso que as vítimas dessas agressões sejam, repetidamente, jovens homossexuais, e que muitas vezes as pancadas venham acompanhadas por citações bíblicas. A culpa não é da Bíblia, mas dos charlatães que, em nome de uma fé que não têm, distorcem seu texto e seu contexto para usá-la contra a população LGBT, pregando o ódio e convocando a violência. Eles fazem isso por dinheiro e poder — ou você acha que realmente acreditam em alguma coisa? — e o resultado é um país que já se acostumou a assistir no Jornal Nacional à morte de mais um jovem gay, mais uma jovem lésbica, mais uma travesti ou uma pessoa transexual, vítimas do ódio irracional que os fundamentalistas promovem”, acusou o deputado.
Em seu complemento, Wyllys tratou ainda de questões ligadas ao “sepultamento” do PLC 122 e acusou o pastor Silas Malafaia de liderar um movimento de ódio aos homossexuais.
“A decisão do Senado de enterrar o PLC-122 não foi motivada por uma discussão séria sobre qual é a melhor política contra a homo/lesbo/transfobia, mas pela decisão da maioria dos senadores de que não haja nenhuma política contra ela. Não é por acaso que o pastor Silas Malafaia, um dos líderes do Ku Klux Klan antigay brasileiro, parabenizou os senadores e, em especial, o senador Lindberg Farias, um dos líderes da causa homofóbica no governista Partido dos Trabalhadores [...] Em meio a tudo isso, Kaique foi morto. Mais um. E mais outros virão”, afirmou Jean Wyllys.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Meu comentário:   

Veja só que este cidadão tem a coragem de falar, sem nem um critério e conhecimento de valsa,com o simples objetivo de coloca a população desenformada contra o povo de Deus, é lamentável! convoco todo povo de Deus a orarem por este cidadão, pois, ele é uma alma carente da misericórdia de Deus.  

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

“Homossexualidade conduzirá a humanidade à extinção”, diz ativista em defesa da família tradicional


“Homossexualidade conduzirá a humanidade à extinção”, diz ativista em defesa da família tradicional As questões defendidas por ativistas gays em todo o mundo poderão resultar na extinção da espécie humana, segundo Tony Perkins, presidente do Family Research Council.
Numa entrevista concedida ao programa Washington Watch, Perkins disse que seu argumento aborda pura e simplesmente questões biológicas.
Perkins afirmou que os requisitos exigidos por ativistas gays podem influenciar culturalmente a população e fazer com que a heterossexualidade se torne anormal.
“A raça humana seria extinta a partir do momento que [ser LGBT] for normal. A biologia diz que a única razão de existirmos como seres humanos é que um homem e uma mulher se unem e procriam. Essa é a razão de o governo ter reconhecido o casamento há muito tempo… Os relacionamentos heterossexuais são o lugar em que as crianças nascem”, disse, objetivamente.
Nos Estados Unidos, os ativistas gays elegeram Perkins como um dos principais inimigos da agenda homossexual, segundo o Huffington Post, pois o presidente da entidade de defesa da família tem se posicionado de forma enfática contra a homossexualidade.
Num de seus discursos, Perkins ressaltou estudos que mostram altos índices de suicídios entre adolescentes homossexuais, e disse que isso acontecia porque “internamente, eles sabem que a homossexualidade é, de fato, anormal”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Projeto de deputado evangélico pode acabar com casamento gay no Brasil; Texto vai para última discussão antes de votação na Câmara


Projeto de deputado evangélico pode acabar com casamento gay no Brasil; Texto vai para última discussão antes de votação na Câmara
Deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ)
A resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga aos cartórios de todo o Brasil a realizarem o registro de casamento entre pessoas do mesmo sexo pode ser derrubada através de um projeto de Decreto Legislativo (PDC) de autoria do deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ).
O parlamentar evangélico apresentou o projeto em 2013, logo após o CNJ divulgar sua resolução. À época, muitos líderes evangélicos criticaram a postura adotada pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e também presidente do CNJ.
A principal crítica à questão era que o CNJ não é uma instituição do estado, e sim uma entidade que congrega os juízes, e que portanto, não tinha poder para definir questões que envolvam a legislação.
Agora, o projeto de Oliveira está aguardando relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será votado antes de ser encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados. O texto já foi apreciado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), antes do recesso parlamentar, quando o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) ainda comandava os trâmites da comissão.
Caso seja aprovado, o projeto suspenderá a obrigação imposta pelo CNJ aos cartórios. O deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE), relator do projeto na CDHM, argumenta que a norma atual “extrapola as competências do CNJ, em suas atribuições de órgão regulador administrativo do Judiciário”.
Segundo Arolde de Oliveira, a preocupação principal é que se abram precedentes perigosos no que se refere ao Poder Judiciário: “A resolução, como um mero ato administrativo de conduta dos agentes públicos, atinge a esfera legiferante e abre um precedente temerário, porque os legítimos representantes do povo têm reduzida sua atuação por conta de um órgão administrativo e auxiliar do Poder Judiciário”, argumentou, em entrevista à Agência Câmara.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Nigéria aprova lei que pune casamento gay com prisão



Estados Unidos e Anistia Internacional condenam a decisão

Nigéria aprova lei que pune casamento gay com prisão  
Goodluck Jonathan, o presidente da Nigéria (AFP)
Nesta segunda-feira (13) o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, assinou uma lei que criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo.
A lei passa a proibir relacionamentos amorosos entre pessoas do mesmo sexo sob pena de até 14 anos de prisão. “Pessoas que aderirem a um contrato de casamento ou união civil com pessoas do mesmo sexo cometem uma violação e estão sujeitas a condenação a até 14 anos de prisão”, diz trecho da nova lei.
O mesmo vale para quem se associar a grupos de defesa do direito dos homossexuais. “Qualquer pessoa que se associe, opere ou participe de clubes gays, sociedades ou organizações e direta ou indiretamente demonstre publicamente um relacionamento amoroso com outra pessoa do mesmo sexo na Nigéria comete uma violação e estará sujeita à condenação a dez anos de prisão”.
Antes chegar às mãos de Jonathan, o projeto passou pelo Parlamento que o aprovou tendo ainda o apoio da maioria da população nigeriana.
Nos Estados Unidos a decisão do país africano foi alvo de críticas. O secretário de Estado John Kerry chegou a comentar que está preocupado com a decisão do governo nigeriano.
“A lei é inconsistente com as obrigações legais internacionais da Nigéria e enfraquece as reformas democráticas e a proteção aos direitos humanos asseguradas na Constituição de 1999″, disse ele através de um comunicado.
A Anistia Internacional também tocou no assunto dizendo que a lei da Nigéria contra uniões gays “ataca direitos básicos e criminaliza relações entre pessoas do mesmo sexo”.
A decisão da Nigéria vai de encontro com as leis que aprovam o casamento entre pessoas do mesmo sexo em diversos países do mundo. Enquanto a atitude é condenada pelas grandes potências mundiais, há outros 35 países africanos que também punem a prática homossexual.
Fonte:  Gospel Prime, com informações Veja

MMA, UFC - O ESFRIAMENTO DA IGREJA


DE BARRIGA CHEIA

"A alma farta pisa o favo de mel, mas a alma faminta todo amargo é doce" (Pv 27.7).


A igreja evangélica brasileira tem entrado em um processo generalizado de esfriamento. O esfriamento está presente desde o púlpito até aos bancos! Tudo parece frio! Há pastores frios, há membros frios também! Muitos cultos parecem apáticos e sem vida! Por quê? Porque a igreja está com a barriga cheia! Há centenas de crentes que não apresentam mais apetite para o sagrado porque suas barrigas estão cheias das iguarias e baboseiras do mundo!
Basta ver algumas postagens no face para perceber isso! Como pode uma igreja ser quente espiritualmente se a preocupação dos seus membros, e de seus pastores também, é com a lutas de MMA e UFC! Como pode o Espírito Santo se manifestar numa igreja onde seus membros ficam até tarde da noite para vibrarem com as agressões violentas apresentadas nesses espetáculos, que se travestem de esporte! Não vejo e nunca vi MMA, UFC como esportes, mas com uma manifestação das obras da carne (Gl 5).

Quando os crentes estão com a barriga cheia, o mundo costumam ver o Evangelho apenas como:
1. UM PRODUTO CULTURAL - Uma igreja mundanizada, onde os seus membros dizem que vão fazer churrasco para comemora um incrédulo massacrar um outro, não pode esperar que o mundo a veja como igreja de Cristo. O mundo a verá apenas mais como uma manifestação cultural como as dezenas que ele já conhece. É uma igreja, fria, sem sal e sem luz. Coitada da sociedade que está cercada de uma igreja assim. Morrerá pagã, e irá para o inferno porque esta igreja não lhe pregará o verdadeiro evangelho por ser anêmica!

2. NÃO VERÁ NADA DE NOVO NA PREGAÇÃO - O evangelho pregado por esse tipo de igreja e por seus pastores é um evangelho contextualizado, não segundo a Bíblia, mas segundo o mundo. Ele se ajusta a modelo mundano para poder gozar também dos seus prazeres. A pregação é filosófica, sociológica e psicologicamente adaptado ao consumo público. É um tipo de pregação que não fala em pecado, não denuncia o MMA e o UFC como paganismo porque é comprometido com ele. Não denuncia o divórcio porque seus pastores são divorciados; não denuncia o suborno porque seus pastores e seus membros também subornam. É uma pregação que em nada difere do mero discurso!

3. NÃO PASSA DE MAIS UMA FORMA ALTERNATIVA DE EVANGELHO - É um evangelho cansado! É similar e genérico. Tanto faz como tanto fez, porque há outras formas que podem substituí-lo. Para que um pastor como conselheiro se um psicólogo pode fazer o mesmo? Não trata com o pecado, mas apenas com seus efeitos, suas manifestações. Esquece que o problema do homem não meramente psicológico, mas espiritual.


Que Deus tenha misericórdia de nós.
Pastor: José Gonçalves