domingo, 29 de setembro de 2013

Ex-gay Saulo Navarro afirma que é preciso ‘agir urgentemente para combater este imperialismo gay’


Em entrevista, ex-homossexual fala sobre as novas gerações, o Conselho de Psicologia e a importância da Igreja


O ex-gay Saulo Navarro, autor do livro Homossexualidade – Um Engano Em Minha Vida, concedeu entrevista a Julio Severo, que a publicou em seu blog no dia 20 de setembro. Ele fala da necessidade de “agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay”.

  • ex-gay Saulo Navarro

Saulo analisa que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) se dobrou ao movimento LGBT. Segundo ele, alguns profissionais sofrem censura da insituição “ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo”.
“Pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP”, afirma Saulo. E completa: “as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento [LGBT]”.
O ex-gay observa a importância da religião neste processo de reorientação sexual, a partir da sua própria experiência: “Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. [...] Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a seguí-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. [...] Durante quatro anos, caminhei dentro da Igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. [...] Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento”.
Sobre as novas gerações, Saulo acredita que houve um estímulo para a homossexualidade e a bissexualidade. “A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. [...] Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância, que se acham donos do próprio nariz. [...] Para estes jovens eu digo, cuidado – você que se acha livre, que faz o que quer, você está mais preso do que possa imaginar. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos”, conclui ele.
Em seguida, o entrevistado explana sobre assuntos legais e políticos desse fenômeno LGBT: “A imoralidade está aprovada e amparada por lei [...] A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A Igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A Igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay”.
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Saulo comenta ainda sobre a necessidade das Igrejas estarem preparadas para receber os arrependidos: “Se a Igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoanão é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade, então alguns passos já foram dados. A omissão da Igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A Igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma Igreja em busca de apoio. As Igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado e uma vida em Cristo”.Ele conta que, na adolescência, traumas, amigos e abusos sexuais o levaram a experimentar o homossexualidade. Ele realizou essa prática por 12 anos, apesar de o incomodar a infidelidade e a pornografia.
Fonte:  ChristianPost.

Globo, governo, gospel e gay: tudo a ver

Globo, governo, gospel e gay são palavras, aparentemente soltas, que começam com a letra gê. Mas elas estão todas dentro de um só bojo e fazem parte de um mesmo contexto, haja vista existir uma grande afinidade entre a maior emissora de TV do país, o governo — especialmente o federal —, os astros gospel e o ativismo gay.

A primeira — principal propagadora e apoiadora do ativismo LGBT e aliada do governo — promove o Festival Promessas, que agrada, e muito, os evangélicos que se comportam como fãs, os quais constituem um grande número de pessoas, formado especialmente por jovens. Paralelamente, tal emissora exibe novelas que, ao mesmo tempo, promovem o homossexualismo e ridicularizam, por assim dizer, a igreja evangélica, mostrando claramente a diferença entre o crente gospel e o crente "fanático".

Já o segundo (mencionado no primeiro parágrafo), ao sofrer pressão dos evangélicos quanto a temas relativos à família e à defesa da vida embrionária, especialmente, promoveu em Brasília uma reunião com a ala feminina dos astros gospel. Por quê? Seria porque tais celebridades, com o seu comportamento "politicamente correto" e a sua música secularizada, têm mais influência sobre a aludida massa evangélica do que os pastores "fundamentalistas", os quais ainda insistem em pregar o arrependimento segundo a "ultrapassada" e "homofóbica" Bíblia Sagrada?

O último grupo, por sua vez, além de não ser criticado pelos astros gospel — uma vez que, se estes fizerem isso, quebrarão a aliança com os dois primeiros e sofrerão represálias —, tem sido promovido em grande escala pela aludida emissora e subsidiado por governos e políticos, como bem denunciaram alguns deputados "homofóbicos". Nesse cenário, o ativismo LGBT impõe, a cada dia, a sua cultura contrária aos valores cristãos e chama qualquer pessoa que discorde da sua agenda de homofóbico, fundamentalista, fanático, racista, etc.


Tudo a ver, não?

Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A TEOLOGIA DO DIABO


O verdadeiro pecado é sofrer


por Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br
Uma vida repleta de felicidade e excessivo conforto, onde os dias passam sempre iguais, isenta de qualquer preocupação e da possibilidade do surgimento de um acontecimento inesperado, acabaria sendo impregnada de um tédio insuportável.

Em síntese, posso dizer, pois, que o entrechoque de opiniões e de inclinações, ou mesmo o aparecimento de contrariedades, a disparidade de inteligências, de idades, de temperamentos, de riscos constantes por contas das diferenças, o receio da morte, as alternativas, os altos e baixos que vamos tendo ao longo da vida, a inquietação que trazemos sempre dentro de nós e que nos faz temer o futuro, os obstáculos a vencer, a esperança de dias melhores, a convicção de que os momentos de felicidade são passageiros, pensamentos que viajam fora do controle, dos ciúmes exagerados, o medo da doença e a certeza de que a vida é curta são alguns dos fatores que nos fazem continuar amando desesperadamente e defendendo, com unhas e dentes sentados em cima das esperanças em nossa acidentada, mas sempre amada vida, neste belo planeta Terra.

Então, o pior pecado é o sofrimento. Digo até que o único grande pecado é sofrer. Não há nada que possa nos fazer trocar o aprimoramento pelo sofrimento, pois nem a dor na carne e nem as dores dos sentimentos deveriam nos tirar o prazer e a alegria de viver.

Temos no passado, e agora bem presente, exemplos de pessoas que trocaram o sofrimento da sua grave doença por uma vida alegre, aceitando que com ou sem ela, o maior pecado seria sucumbir à dor.

Nosso grande jogador de basquete de todos os tempos é um exemplo presente de como devemos encarar uma doença grave sem perder a alegria de viver. "Morrer, eu sei que vou. Doente ou não, não vou escapar da morte, então, de qualquer maneira, o melhor é viver e morrer com alegria".

Tudo o que é fornecido pelo criador não passa de aprimoramento,  nosso crescimento e nossa evolução como ser humano.

Da mesma forma, uma das coisas que torna a vida interessante é a sua relativa brevidade e a ignorância do dia em que desapareceremos da face da Terra. Que castigo tremendo se soubéssemos, com toda a certeza, que iriamos viver mais de trezentos anos, sempre fazendo e repetindo as mesmas coisas que já fizemos centenas de vezes assim é a vida da maioria das pessoas que estão acima dos noventa anos, uma repetição de coisas diariamente que em sua maioria sem o apoio desejado dos mais jovens, mesmo estando velhos também. Assim mesmo, eles querem viver para assistir e participar das esperanças dos filhos, dos netos e bisnetos. Querem viver a sua vida na vida dos outros e não são compreendidos. Mesmo com os mesmo rituais diários não querem morrer.

Um certo grau de inquietação também faz parte da nossa evolução. Desde que não exceda determinados limites, essa inquietação é, sob alguns aspectos, útil, e mesmo necessária. Isso, na condição dela se converter em trabalhos construtivos ao seu espirito e ao seu coração.

Fazer algo pela evolução humana, nos preocuparmos sinceramente com o próximo, deixando de lado todos os nossos pensamentos egoístas, são atitudes que fazem com que amemos cada dia mais a vida, sem deixarmos nos abater pelo pecado do sofrimento.

Muita gente diz que sofre, porém, não olha o que acontece a sua volta. Quando aprendemos a olhar o todo, o nosso sofrimento passa a ser uma lição pequena diante de tantas outras grandes lições impostas pela vida. O nosso sofrimento não seria nada se fôssemos humildes, se olhássemos para o nosso irmão com compaixão, se praticássemos a caridade, se não fôssemos egoístas e sempre voltados ao nosso pequeno mundo particular, se desejássemos a felicidade do próximo, se fôssemos sempre gentis e amáveis. Os nossos sofrimentos, muitas vezes, são consequências dos  próprios pensamentos, da nossas próprias atitudes, da nossa vida mesquinha e egoísta, do nosso verdadeiro pecado.

O que torna a vida apetitosa e digna de ser vivida é, justamente, o tempero com a qual preparamos. Esse tempero é feito com uma pitada de inquietação, de inseguranças suavizadas e de leves incertezas quanto ao dia de amanhã. Tudo isso misturado à diversidade de temperamentos, de aptidões, de inclinações, de preferências, de combinações e, claro, do amor a vida e ao ser humano.

Sofrimento, seja como for, não irei partir com esse terrível pecado.

BNN
Fonte: IG
Meu comentário  
As pessoas sofrem porque peca, primeiro vem o pecado e depois o sofrimento. Porque o salário do [pecado] é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.
Rm.6,23. Ora, o aguilhão da morte é o [pecado], e a força do pecado é a lei.I Co 15,56.

 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Bush pai é testemunha de casamento gay nos EUA

União ocorreu em Kennebunkport, no estado do Maine.
Noivas são amigas de longa data do ex-presidente americano.

Da Associated Press
23 comentários
O ex-presidente americano George H.W. Bush foi uma testemunha oficial do casamento entre duas amigas de longa data na última semana, informou a agência de notícias Associated Press nesta quinta-feira (26). O casamento ocorreu em Kennebunkport, no estado do Maine, com a presença de Bush e da ex-primeira dama Barabara.O casamento gay se tornou legal no Maine em dezembro.
George H.W. Bush (na frente à esquerda) e a ex-primeira-dama Barbara Bush (direita) posam com as noivas Helen Thorgalsen (centro) e Bonnie Clement, após o casamento (Foto: Susan Biddle/AP)George H.W. Bush (na frente à esquerda) e a ex-primeira-dama Barbara Bush (direita) posam com as noivas Helen Thorgalsen (centro) e Bonnie Clement, após o casamento (Foto: Susan 
 Biddle/AP)
Fonte: G1

Meu comentário.
É lamentável mais é verdade. Um espírito do demonho tem surgido nos últimos dias para disseminar e aplicar esta maldita doutrina do homossexualismo.  JESUS ESTÁ VOLTANDO POVO DE DEUS.
Eu fico muito triste, porque o EUA foi país cristão e foi de lá que chegou ate nós o pentecostalismo, e hoje se encontra numa situação. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Donos de hotel sofrem perseguição por se recusarem a hospedar gays como casal



Além de processo judicial, cristãos agora enfrentam ameaças de morte, atentados e atos de vandalismo no local


Donos de hotel sofrem perseguição por se recusarem a hospedar gays como casal
Um casal de cristãos, que se recusou a permitir que dois gays se hospedassem em um quarto de casal em seu hotel, está sendo forçado a vender o estabelecimento devido à polêmica em torno do caso.

Peter e Hazelmary Bull contam que, por suas convicções religiosas, permitem apenas que casais casados partilhem uma cama em seu hotel, e negam qualquer tipo de discriminação. Porém, eles relatam que após recusarem hospedar Martyn Hall e  Steven Preddy no mesmo quarto se envolveram em um polêmico caso judicial, que os está forçando a colocar à venda o Chymorvah Hotel, localizado em Marazion, na Inglaterra.

Julgados por desobedecerem o “Ato de Igualdade”, em vigor na Inglaterra desde 2007, o casal foi condenado a pagar 3.600 Libras a Hall e seu parceiro.

Eles contam que não conseguem mais atrair clientes e ainda estão sendo vítimas de ameaças de morte, e que seu hotel virou alvo de vandalismo. Eles alegam que tiveram os parafusos removidos das rodas de seu carro e, recentemente, encontraram um coelho morto pregado à sua cerca, segundo o site local This is Cornwall.

Além disso, o site do hotel também tem sido alvo de ataques, sendo modificado com conteúdo pornográfico.

No próximo mês o casal vai levar o caso ao Supremo Tribunal Federal – a mais alta corte do país – depois de seu apelo original foi indeferido pelo Tribunal de Recurso.
Fonte: CPADNEWS. 

Pastores presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo

Pastor Jamal levou 28 a Cristo na cadeia; com Abedini foram 30.

Pastores presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo Presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo
Após um final de semana marcado pelo conflito entre muçulmanos e cristãos que deixou dezenas de mortos no Quênia e no Paquistão, surgem notícias distintas vindas do Irã.
A esposa do pastor Saeed Abedini, que está há 12 meses em uma penitenciária no Irã por causa de sua fé, divulgou que o marido permanece pregando sobre Jesus Cristo na prisão.
Naghmeh Abedini falou aos estudantes da Universidade Evangélica Liberty sobre o sofrimento de sua família. Contou que, apesar de ser torturado e ouvir que se não voltar ao islamismo será morto, seu marido já levou 30 pessoas a Cristo. Ele está em Evin, considerada uma das piores prisões do mundo.
Dia 26 de setembro ele completa um ano de prisão e uma nova campanha de oração em favor do pastor Saeed está sendo realizada por ministérios de todo o mundo. Hassan Houhani, o novo presidente do Irã, tomou posse no mês passado. Ele tem se mostrado mais moderado que seu antecessor. Esta semana ele fará sua primeira viagem aos Estados Unidos para falar na assembleia geral das Nações Unidas. O Centro Americano para Lei e Justiça divulgou um comunicado que essa é a melhor hora para o governo Obama “falar, exortar o Irã a libertar o pastor Saeed”.
Um dos motivos dessa confiança é o caso de Ali Abdi Hamzah, também conhecido como “Pastor Jamal”. Ele recebeu um perdão presidencial inédito. Quem divulgou a notícia foi Terry Law, missionário americano que trabalha com a igreja perseguida através do seu ministério, Compaixão Mundial.
“Isso nunca aconteceu antes. É a primeira vez que o perdão é concedido a um muçulmano que se converteu ao cristianismo e passou a pregar a fé cristã a outros muçulmanos”, comemora.
Ao total, foram 21 meses de prisão. Em julho de 2011 ele foi condenado a cinco anos de prisão no Iraque, acusado de ser um espião do Irã. Na verdade, o pastor estava distribuindo alimentos às pessoas necessitadas e pregando o evangelho nos campos de refugiados de guerra.
“Desde 2010 ele trabalhava conosco no Curdistão. Ficou detido por 14 meses sem acusação formal. Durante esse período, tentamos desesperadamente tirá-lo da cadeia”, conta Law.
Os curdos são um povo sem Estado, que vivem na região entre o norte do Iraque, o sul da Turquia e noroeste do Irã. Embora não tenham o reconhecimento dos outros países, possuem um governo paralelo. De maioria muçulmana, não permitem a mudança de religião.
O pastor Jamal estava doente. Foi detectado um tumor e ele precisava de tratamento. Agora solto, ele poderá receber acompanhamento médico. Ao sair da prisão, Jamal divulgou que levou 28 prisioneiros a Jesus Cristo. O governo dos EUA, juntamente com Terry Law negociaram sua libertação com Karim Sanjari, ministro do Interior da região curda. O atual presidente do Curdistão, Massoud Barzani é de origem iraniana. Ele assinou o perdão oficial, e por isso Jamal foi liberto da prisão após quase dois anos.
Fonte: GOSPELPRIME.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

67ª EBO: 1,2 mil obreiros inscritos no primeiro Dia

Pastores Arnaldo Mendonça e Elias Camilo encerram primeiro dia de Estudos
A glória de Deus envolveu os obreiros no período da tarde
Para ver mais fotos deste culto - CLIQUE AQUI

Encerrou-se nesta tarde, por volta das 17h, o primeiro dia de estudos da 67ª Escola Bíblica de Obreiros do Ministério do Belém, que teve inicio ontém; Já se matricularam para esta, que é considerada a maior EBO do Brasil, pois são 15 dias ininterruptos de estudos, 1.210 obreiros, provenientes não só dos Setores da Capital, mas também dos Campos no Interior do Estado, de outros estados e até do exterior, considerando as grande caravanas que já estão conosco provenientes de Mato Grosso, Argentina e Paraguai.

O culto da tarde, iniciado as 14h, da mesma forma que o primeiro da manhã, foi marcado pela glória de Deus, os participantes são unânimes em afirmar que, a EBO do Belenzinho é de suma importância para a AD, pois ela recebe obreiros que chegam cansados, as vezes desanimados e tristes, mas ao saírem da primeira aula, são revigorados pelo Espírito Santo, animados pelo Senhor, o que recompensa as longas viagens e noites em claro para estarem em São Paulo.

O dirigente do culto foi o líder do Setor 08, Cidade Ademar, pastor José Domingos Vieira; O primeiro mensageiro da tarde, quarto do dia, foi o pastor Arnaldo Mendonça, dos Estados Unidos. Dentre tantos pontos abordados pelo Ministro, ele incentivou os companheiros a buscarem o Ministério da toalha, da humildade, da simplicidade de Jesus, que lavou e enxugou os pés dos discípulos.
O último preletor foi o pastor Elias Camilo dos Santos, líder do Setor 53, Itaim Paulista, baseado no texto de 2º Crônicas 15:7, ele incentivou aos valorosos servos do Senhor, a permanecerem firmes, cuidando da igreja que Jesus lhes tem confiado e a não desfalecer, mesmo diante das adversidades que vêem sobre o Ministério.

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Pastor Arnaldo Mendonça
O templo esteve o dia todo lotado











Pastor Presidente incentivou os obreiros a
aproveitarem ao máximo esta EBO
Pastor José Domingos dirigiu o culto 
Pastor Elias Camilo, segundo preletor da tarde

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino

Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino

O rabino Chaim Richman é um dos mais influentes hoje em dia por causa de seu projeto de reconstrução do Terceiro Templo, que deverá ser erguido no seu local original.

Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino
Em uma longa reportagem feita pelo jornal inglês The Telegraph, ele revelou alguns de seus segredos. Em uma das salas onde estão guardadas as peças principais do novo Templo, repousa a Arca da Aliança.
“Esta não é a verdadeira arca perdida”, diz ele ao repórter. ”Ela está escondida a cerca de um quilômetro daqui, em câmaras subterrâneas cavadas ainda nos dias de Salomão”.
Ele vai mais além “É verdade. Os judeus têm uma cadeia ininterrupta de informações gravadas e transmitidas de geração em geração, indicando a sua localização exata. Há um grande fascínio com a descoberta da arca perdida, mas ninguém pergunta aos judeus. Nós sabemos onde ela está há milhares de anos. Poderíamos escavá-la no alto do Monte do Templo [Moriá], mas essa área ainda é controlada pelos muçulmanos”.
Richman, 54, é o responsável pelo Instituto do Templo, organização que já fez todos os preparativos para sua reconstrução, incluindo as peças que seguem as orientações da Bíblia e o treinamento dos sacerdotes que servirão ali dia e noite.  Para muitos ele seria hoje o candidato mais forte a sumo-sacerdote, retomando a tradição que iniciou com Arão, o irmão de Moisés.
Contudo, o novo templo terá algumas diferenças do original. Não no projeto arquitetônico, mas na utilização de tecnologia de ponta. O rabino, por exemplo, usa em seu smartphone um aplicativo especialmente projetado para acender as luzes e abrir as cortinas.  Ele também já tem pronto o projeto de um monotrilho, para transportar os visitantes até a porta. Uma caixa d’agua totalmente informatizada para controlar o uso de um bem tão precioso em Israel.  Richman explica que basta um toque e a torneira vai liberar a quantidade exata de água estipulada pela lei judaica para as lavagens rituais.
maquete do templo Sabemos onde está a Arca da Aliança, revela rabino
Projeto do Terceiro Templo.
“Não há razão alguma para não usarmos a tecnologia, que é um milagre moderno, juntamente com os milagres celestiais. É parte da nossa visão [do templo] levando em conta a realidade de nosso tempo. Tenho certeza de termos elevadores de última geração e um moderno sistema de controle do estacionamento”, comemora.
Outro motivo de orgulho para o Instituto do Templo são todos os utensílios sagrados já prontos. As vestes do sumo-sacerdote, feitas estritamente segundo a tradição dos levitas, estão prontas. Incluindo as peças de ouro e o peitoral com 12 pedras preciosas. Seu custo foi estimado em quase 450 mil reais. [€ 160.000]. Há também trombetas de prata e harpas de madeira, bandejas para coletar o sangue dos sacrifícios, um incensário e a mesa onde fica o pão ritual. Lá fora,  repousa um candelabro cuidadosamente esculpido, com 90 kg de ouro e pesando 1,5 tonelada. Seu custo aproximado foi 3 milhões de reais [€ 1,4 mi].
Os 20 estudiosos do Talmude, que trabalham para o Instituto em tempo integral, elaboraram em detalhes todos os procedimentos seguindo as leis elaboradas cerca de 3.000 anos atrás. O Instituto liderado por Richman afirma que gastou mais de 30 milhões de dólares até o momento. Já se passaram 22 anos desde sua fundação. Aberto ao público, eles calculam que mais de um milhão de pessoas visitaram o local na última década.
Há uma expectativa crescente em Israel pela reedificação do Templo, garante ele. Mas ao mesmo tempo um temor quanto aos extremistas israelenses. Em 1984, um plano do grupo Jewish Underground para explodir o Domo da Rocha foi descoberto pela polícia. Outros palestinos acreditam que a ameaça vem do próprio governo israelense. Já no ano 2000, quando então líder da oposição, Ariel Sharon, visitou o local para enfatizar o controle de Israel sobre a área, iniciou-se a segunda intifada, na qual morreram 1.000 israelenses e 3.000 palestinos.
Nos últimos dois anos, uma série de líderes  políticos e religiosos vem lutando para reconquistar o direito dos judeus orarem livremente no Monte do Templo. As tentativas têm gerado conflitos entre árabes e judeus, quase sempre com a intervenção da polícia.
Os líderes palestinos tem acompanhado de perto a situação. “[O desejo judeu é] totalmente inaceitável, e poderia transformar a região em um barril de pólvora”, disse em maio o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.  O Sheikh Mohamad Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém foi mais enfático: ”Os muçulmanos na Palestina e em outros lugares do mundo nunca aceitarão essa provocação e vamos impedir isso… Esta é a linha vermelha final para nós. Os israelenses e o mundo devem escutar atentamente o que estou dizendo”.
No entanto, mesmo entre a comunidade religiosa judaica, há quem se oponha.  Michael Melchior, um rabino ortodoxo e ex-membro do Parlamento, considera Richman e sua organização “irresponsáveis”. “No momento em que você anuncia que deseja construir um templo, perturba o equilíbrio delicado que nós criamos aqui”.
Porém, muitos questionam as afirmações do Instituto do Templo, e receiam que uma guerra contra os muçulmanos que juram defender até a morte o Domo da Rocha e a mesquita de Al Aqsa, atualmente no local do Templo.  Sobre a localização da Arca da Aliança, Shimon Gibson, um arqueólogo renomado do Instituto Albright, em Israel, defende que a Arca foi destruída em 587 a.C. quando os babilônios saquearam Jerusalém e tiraram todo o ouro que estava no templo, derretendo todos os utensílios. Outros estudiosos acreditam que ela foi levada para a África. Uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia defende que eles são os guardiões da Arca há séculos. Até hoje ela estaria na cidade de Aksum, na conhecida “Capela das Tábuas da Lei” .
As muitas tradições religiosas sobre o local prevalecem entre os judeus mais ortodoxos, e também a confiança nas profecias bíblicas que o Templo voltará ser erguido.  Desde a destruição do Segundo Templo, no ano 70, o acesso dos judeus foi severamente restringido ou mesmo proibido por governantes cristãos e islâmicos que governaram Israel.
“Trata-se do território de Deus. O Islã aproveitou nosso exílio e se apoderou do Monte do Templo e diz que os judeus nunca estiveram aqui”, lamenta Richman. “Estamos prontos para restaurar este lugar à sua antiga glória… temos condições de construir o templo se realmente quisermos! Deus deve estar se perguntando o que estamos esperando”.
Fonte: GOSPELPRIME

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Casal de ciganos se converte ao Evangelho

Ex-ciganos abandonam superstições e tentam fixar raízes


Casal de ciganos se converte ao Evangelho
O povo cigano é conhecido pelos costumes nômades, habitações em tendas, crenças religiosas cheias de superstições e gosto por acessórios de ouro e outros metais. Em muitos casos, as pessoas que nascem dentro dessa tradição são tratadas com discriminação pelo restante da sociedade.

Um casal de tradição cigana que se converteu ao Evangelho, foi tema de uma reportagem da coluna Lado B, do portal Campo Grande News. “Antes a gente olhava a sorte, mas Deus nos chamou, e numa graça eu abandonei pela Bíblia”, diz Fábio, cigano que vive com a família numa tenda na capital do Mato Grosso do Sul.

O testemunho de conversão do patriarca da família envolve um relato de desespero da alma: “Eu dobrei meu joelho e pedi para Deus me libertar da idolatria, que eu queria misericórdia da minha alma depois da morte. Entrei na igreja e pedi um sinal pra Deus me chamar e ele me chamou pelas águas do santo batismo. Com a minha esposa, Deus chamou por um hino em sonho ‘Avantes do senhor, sem temer’ e ela nunca mais leu a mão de ninguém”, diz, revelando parte da história de sua esposa, Paola.

Apesar de terem abandonado parte das tradições ciganas, algumas coisas não podem ser mudadas, como a origem: “Somos uma família romani, nossos avós eram da Romênia, mas nós somos brasileiros, eles foram falecendo e ficou a geração de hoje”, diz Fábio, que apesar do respeito às raízes, não nutre nada além disso pelo passado: “Como vai ser cigana se não lê a mão? Não é cigano. Nós, na verdade, somos evangélicos. Antes éramos ciganos, hoje somos um servo de Deus”.

O relato do casal é permeado de afirmações sobre a mudança de vida, e embora ainda vivam numa tenda, querem uma casa para se estabelecerem com os filhos, de três e seis anos de idade. “Nossa vida é muito sofrida, nós viajamos muito. Onde chega, arma barraca e as pessoas não deixam a gente ficar. Eles não sabem que dentro da gente tem um coração que ama também. Já chegamos em lugar que meus filhos estavam com sede e não deixaram eu pegar água”, desabafa.

“Eu vou ter a minha casa, mas vou passar uns dois ou três dias fora, vendendo”, diz, lembrando da profissão destinada aos homens criados na cultura cigana. “Ciganos, siga por anos, eles andam sem parar. Um cigano tem aquilo na veia. De vender, viajar e não aguentar ficar parado num lugar. Eu tenho orgulho e gosto muito das tradições”, pondera.
  Fonte: CPADnews.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Teologia da Prosperidade está presente em dois terços das igrejas, diz estudo Mensagem de `bênção e vitória´ tem uma penetração mais ampla que se poderia imaginar Teologia da Prosperidade está presente em dois terços das igrejas, diz estudo Embora Kate Bowler diga não escrever sobre um ponto de vista teológico, sua pesquisa inclui elementos de história, sociologia e até psicologia. Contudo, “Blessed: A History of the American Prosperity Gospel” [Abençoado: uma História do Evangelho da Prosperidade], é a adaptação da sua tese de doutorado em formato de livro. Lançado nos EUA recentemente, caiu como uma bomba no meio evangélico e foi matéria da edição de setembro da influente revista Christianity Today. Embora inicie com uma breve história da chamada “teologia da prosperidade” a autora se dedicou mais a investigar a influência desse tipo de pregação nas igrejas evangélicas. Bowler entrevistou pastores, visitou megaigrejas, leu dezenas de livros e atreve-se a concluir: a pregação da prosperidade domina os púlpitos. Mas não só nos EUA, ela traça paralelos com diversos países, desde o Brasil até Cingapura, passando pela Nigéria. Embora em alguns lugares seja apresentado como “pregação de saúde e riqueza”, “confissão positiva” ou “teologia da dominação”, o foco é o mesmo: riqueza e vida boa aqui e agora. A grande maioria dos pregadores tem seus próprios programas de TV, escrevem livros sobre o assunto e atraem multidões para suas megaigrejas. E as pessoas parecem gostar, cada vez mais. Embora repudiado pelos teólogos, o movimento que oferece a prosperidade a todos os que tiverem fé, superou a velha pregação baseada no arrependimento e na mudança de vida. Bowler atualmente é professora da Duke Divinity School, Universidade fundada pela Igreja Metodista, mas que hoje forma acadêmicos no estudo de diversas religiões. Para a pesquisadora, desde o final do século 19, os pregadores que ensinavam a “prosperidade vinda de Deus” absorveu e ajudou a espalhar vários aspectos culturais do chamado “sonho americano”. Ou seja, com determinação e perseverança todo mundo poderá ser rico um dia. Com o passar dos anos, a pregação foi se modificando, até que nos anos 1970 consolidou um modelo que é usado até hoje. Fé = investimento + auto-ajuda. Cultos que enfatizavam curas e milagres também auxiliaram na formatação teológica. Por fim, em alguns lugares mais do que em outros, a ênfase na obra de demônios como o principal obstáculo a ser vencido pelo cristão. Bowler vai listando uma série de pastores e igrejas do século passado até chegar aos dias de hoje. O mínimo denominador comum a todas as igrejas evangélicas é que a teologia da prosperidade continua crescendo por que a maioria dos fieis só quer ouvir isso. O movimento que varreu as igrejas americanas nos anos 60 e 70, deu condições para que seminários com esse enfoque fossem criados e com isso, a perpetuação dos ensinamentos e a expansão para todos os lugares do mundo. Ao mesmo tempo, as denominações mais tradicionais experimentavam uma crescente relativização, sem tomar posição firme sobre esses ensinamentos por décadas. O movimento não tinha uma organização central, mas a proliferação dos televangelistas acabou gerando dois grupos principais. A base comum são dois elementos-chave: Deus quer abençoar e você precisa querer ser abençoado. O que mais cresce é a chamada “prosperidade soft” cuja mensagem é centrada nos pregadores (sejam eles pastores, bispos ou apóstolos) e que oferecem uma mensagem com muitos elementos de psicologia (autoajuda) em que a vida cristã é um desfrutar contínuo de bênçãos. Desde que sigam os “passos certos”, todos poderão alcançar a “vitória”. Do outro lado, a “prosperidade tradicional”: que enfatiza os “pontos de fé”, objetos distribuídos ou vendidos nos cultos e que colaboram com a vida cristã; além da luta constante contra os demônios, que causam todo tipo de problema na vida pessoal, familiar e profissional. Citando estudos, Bowler afirma que 17% dos evangélicos americanos reconhecem fazer parte desse movimento, que todos os domingos atrai milhões de pessoas para as megaigrejas. Outro dado alarmante é que dois terços de todos os evangélicos do mundo estão em igrejas que pregam a “teologia da prosperidade”, embora a maioria sequer tenha ouvido falar dela. Na parte final de suas quase 400 páginas, Bowler demonstra como ocorreu uma acentuada queda na preocupação dos evangélicos com temas como ação social nas igrejas, o arrebatamento e o final dos tempos. Fonte: Gospel Prime

Teologia da Prosperidade está presente em dois terços das igrejas, diz estudo

Mensagem de `bênção e vitória´ tem uma penetração mais ampla que se poderia imaginar


Teologia da Prosperidade está presente em dois terços das igrejas, diz estudo
Embora Kate Bowler diga não escrever sobre um ponto de vista teológico, sua pesquisa inclui elementos de história, sociologia e até psicologia. Contudo, “Blessed: A History of the American Prosperity Gospel” [Abençoado: uma História do Evangelho da Prosperidade], é a adaptação da sua tese de doutorado em formato de livro. Lançado nos EUA recentemente, caiu como uma bomba no meio evangélico e foi matéria da edição de setembro da influente revista Christianity Today.
Embora inicie com uma breve história da chamada “teologia da prosperidade” a autora se dedicou mais a investigar a influência desse tipo de pregação nas igrejas evangélicas. Bowler entrevistou pastores, visitou megaigrejas, leu dezenas de livros e atreve-se a concluir: a pregação da prosperidade domina os púlpitos. Mas não só nos EUA, ela traça paralelos com diversos países, desde o Brasil até Cingapura, passando pela Nigéria.
Embora em alguns lugares seja apresentado como “pregação de saúde e riqueza”, “confissão positiva” ou “teologia da dominação”, o foco é o mesmo: riqueza e vida boa aqui e agora. A grande maioria dos pregadores tem seus próprios programas de TV, escrevem livros sobre o assunto e atraem multidões para suas megaigrejas. E as pessoas parecem gostar, cada vez mais.
Embora repudiado pelos teólogos, o movimento que oferece a prosperidade a todos os que tiverem fé, superou a velha pregação baseada no arrependimento e na mudança de vida. Bowler atualmente é professora da Duke Divinity School, Universidade fundada pela Igreja Metodista, mas que hoje forma acadêmicos no estudo de diversas religiões.
Para a pesquisadora, desde o final do século 19, os pregadores que ensinavam a “prosperidade vinda de Deus” absorveu e ajudou a espalhar vários aspectos culturais do chamado “sonho americano”. Ou seja, com determinação e perseverança todo mundo poderá ser rico um dia.
Com o passar dos anos, a pregação foi se modificando, até que nos anos 1970 consolidou um modelo que é usado até hoje. Fé = investimento + auto-ajuda. Cultos que enfatizavam curas e milagres também auxiliaram na formatação teológica. Por fim, em alguns lugares mais do que em outros, a ênfase na obra de demônios como o principal obstáculo a ser vencido pelo cristão.
Bowler vai listando uma série de pastores e igrejas do século passado até chegar aos dias de hoje. O mínimo denominador comum a todas as igrejas evangélicas é que a teologia da prosperidade continua crescendo por que a maioria dos fieis só quer ouvir isso. O movimento que varreu as igrejas americanas nos anos 60 e 70, deu condições para que seminários com esse enfoque fossem criados e com isso, a perpetuação dos ensinamentos e a expansão para todos os lugares do mundo. Ao mesmo tempo, as denominações mais tradicionais experimentavam uma crescente relativização, sem tomar posição firme sobre esses ensinamentos por décadas.
O movimento não tinha uma organização central, mas a proliferação dos televangelistas acabou gerando dois grupos principais. A base comum são dois elementos-chave: Deus quer abençoar e você precisa querer ser abençoado.
O que mais cresce é a chamada “prosperidade soft” cuja mensagem é centrada nos pregadores (sejam eles pastores, bispos ou apóstolos) e que oferecem uma mensagem com muitos elementos de psicologia (autoajuda) em que a vida cristã é um desfrutar contínuo de bênçãos. Desde que sigam os “passos certos”, todos poderão alcançar a “vitória”.
Do outro lado, a “prosperidade tradicional”: que enfatiza os “pontos de fé”, objetos distribuídos ou vendidos nos cultos e que colaboram com a vida cristã; além da luta constante contra os demônios, que causam todo tipo de problema na vida pessoal, familiar e profissional.
Citando estudos, Bowler afirma que 17% dos evangélicos americanos reconhecem fazer parte desse movimento, que todos os domingos atrai milhões de pessoas para as megaigrejas. Outro dado alarmante é que dois terços de todos os evangélicos do mundo estão em igrejas que pregam a “teologia da prosperidade”, embora a maioria sequer tenha ouvido falar dela.
Na parte final de suas quase 400 páginas, Bowler demonstra como ocorreu uma acentuada queda na preocupação dos evangélicos com temas como ação social nas igrejas, o arrebatamento e o final dos tempos.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Alain Delon se posiciona contra adoção por gays e diz sobre o homossexualismo: 'é contra a natureza'

'É contra a natureza', diz ator francês sobre os gays

O ator francês Alain Delon, de 77 anos, foi muito criticado na web por uma entrevista ao programa C à vous, do canal televisivo France 5, na qual se posiciona contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo. “Nunca falei da homossexualidade. Que se casem entre eles. Por mim é a mesma coisa. O que não quero é que adotem”, disse o galã dos anos 1960 e 1970, que atuou em filmes como O Sol por Testemunha, Uma tal Condessa, Quartos Separados, O Samurai e O Leopardo.

  • Alain Delon
    (Foto: Reuters/Jacky Naegelen)
    Alain Delon foi super galã do cinema francês nos anos 1960 e 1970.
A estrela ainda afirmou: “É contra a natureza. Estamos aqui para amar uma mulher, para cortejar uma mulher, não para seduzir ou deixar se seduzir por um cara”.
Ele está aposentado do cinema; vive atualmente de forma solitária e familiar; e sente saudades do passado: “O mundo atual não me agrada. Nada me excita realmente e, no entanto, eu era uma pessoa apaixonada. O que me falta são as vontades, a paixão”, declarou à revista local Paris Match.
O artista mantém uma amizade, há anos, com Brigitte Bardot, de 78 anos, colega que também foi importante ícone sexual e está aposentada do cinema. Ela também ataca a adoção por pessoas do grupo LGBT: “As crianças devem ser criadas na harmonia de um casal composto por uma mulher e um homem”.
Brigitte já confessou ter mantido relações sexuais com uma mulher jovem. Ela respeita os gays, apesar de ter posicionamentos mais conservadores para maioria das questões contemporâneas.
Já a filha do ator, Anouchka Delon, de 22 anos, tentou se desvincular da opinião do pai no microblog Twitter: “As palavras do meu pai só dizem respeito a ele, não tem nada a ver com as causas que eu defendo e acredito”, postou a jovem.
Fonte:  The Christian Post.

Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay

Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay

Aaron e Melissa Klein tomaram decisão a partir de seus princípios religiosos


Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay
Um casal de empreendedores cristãos, que haviam aberto uma confeitaria há pouco tempo e comemoravam uma taxa de crescimento acima de 50% em 2013 foi obrigado a fechar sua loja após se recusar a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.

A decisão de Aaron e Melissa Klein foi tomada a partir de seus princípios religiosos, e por isso, o caso se tornou manchete nos Estados Unidos.

A imprensa tem especulado se os empresários teriam violado a Lei Estadual de Igualdade, implementada em Oregon no ano de 2007. A legislação não permite que empresas neguem serviços a consumidores com base em sua orientação sexual. Há uma isenção para as organizações religiosas e escolas, mas empresas privadas não podem discriminar com base em orientação sexual, raça, sexo, idade, deficiência ou religião.

No entanto, o proprietário da loja rebate: “Discriminação é realmente a terminologia errada para o que aconteceu. Eu não quero ser uma parte de um casamento que eu acho que é errado”, argumentou Aaron Klein.

Uma das noivas prestou queixa junto a autoridade responsável por fiscalizar o cumprimento da Lei da Igualdade, e agora aguarda a resolução do caso. “Estamos empenhados em uma investigação justa e completa para determinar se há evidência substancial de discriminação ilegal”, disse o comissário Brad Avakian.

Enquanto isso, o casal proprietário da loja afirmou que a polêmica tem afetado os negócios, e o método de protesto dos que não concordam com a postura deles tem sido considerada “mafiosa”, segundo Aaron: “Há um monte de gente de mente fechada por aí que gostaria de fingir ser muito tolerante e só querem direitos iguais. Mas, por outro lado, eles têm sido muito, muito mesquinhos. Eles têm sido militantes. A melhor maneira que posso descrevê-los é que eles usaram táticas mafiosas contra nossa loja. Basicamente, se você presta serviço ou compra de nossa confeitaria, eles vão te boicotar”, declarou.

Segundo o Urban Christian News, o carro de entregas e as instalações da confeitaria foram invadidos e saqueados no último domingo, 01 de setembro, e a polícia local informou não ter pistas sobre os vândalos.

No Facebook, amigos do casal manifestaram solidariedade: “Eu sinto muito em ouvir isso. É muito frustrante que as pessoas façam tudo o que podem fazer contra só porque não concordam com um estilo de vida. Vou manter todos vocês em minhas orações. Não deixe que eles te abalem. Você vai sobreviver a esta e todas as outras provas através de sua fé. Deus te abençoe, Melissa”, escreveu uma mulher.
Fonte: CPADnews.

Nós que somos cristãos temos sempre que combater o pecado, e não podemos concordar com ele, venha de onde vier. Se eu prego que bebida alcoólica é pecado, eu não a posso vender tal bebida, tá certo?   
Que Deus em Cristo possa abençoar nosso irmãos.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo

Instituto do Templo está preparado para volta do "Sacrifício Perpétuo”.
por Jarbas Aragão


Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo 
  Levitas já estão prontos para fazerem sacrifícios no Terceiro Templo
No dia 20 de agosto de 2013, após mais de 1950 anos, ocorreu em Israel a cerimônia preparatória para a retomada do “sacrifício perpétuo” que era feito diariamente pelos judeus. O mandamento presente no livro de Levítico é retomado em Jerusalém pela primeira vez desde a destruição do Segundo Templo pelas mãos dos romanos, no ano 70. O Templo original foi inaugurado aproximadamente em 950 a.C. e destruído na invasão babilônica em 586 a.C.
O treinamento dos cohanim (sacerdotes) é uma iniciativa do Instituto do Templo, juntamente com várias outras organizações dedicadas a reerguerem o Beit HaMikdash (Templo de Salomão) em Jerusalém. Essa escola para os novos sacerdotes é um importante passo na restauração dos sacrifícios rituais. A primeira turma foi selecionada após uma parceria com a Mishmeret Kehunah, instituição que procura restaurar o ciclo sacerdotal do Templo.
Um novo sinédrio existe desde 2006. Desde então, se reúne uma vez por mês em Jerusalém, e formou uma comissão de sete rabinos, que faz um estudo detalhado dos rituais e cerimônias do templo. Com isso, foram selecionando jovens que descendem da antiga tribo de Levi, algo facilmente identificável por terem mantido a tradição de seus sobrenomes, sendo os mais comuns Levi, Levy, Levine, Leventhal, Levinson e Cohen.
Os sacerdotes escolhidos tiveram as primeiras aulas sobre como usar suas roupas especiais seguindo os requisitos bíblicos, e como executar os rituais na tradição dos levitas originais. Os alunos realizaram o sorteio para determinar quem iria fazer o primeiro serviço de sacrifício do dia. Este é um importante passo para a comunidade judaica que crê nas profecias sobre a restauração do templo como sinal da vinda do Messias.
Segundo o anúncio oficial, “Na noite do dia 14 de Elul, 5773, o Instituto do Templo, em cooperação com Mishmeret Kehunah (Organização para a Renovação dos turnos sacerdotais) e outros organizações inaugurou uma nova escola dedicada ao ensino da ‘arte perdida’ de executar diariamente o serviço Tamid no Templo Sagrado”.
treinamento sacerdotes do terceiro templo Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo
Nenhum animal foi sacrificado, mas as imagens divulgadas mostram os preparativos para a oferta do incenso, o toque das trombetas e a limpeza ritual do candelabro, juntamente com o ensaio das orações adequadas e das canções tradicionais.
O Instituto existe há 26 anos e tem feito muitos preparativos para a reconstrução do templo judaico no Monte Moriá, desde então. No ano passado, a organização quis retomar o sacrifício público a páscoa para lembrar os judeus da tradição. Contudo, a polícia israelense mais uma vez os impediu de fazer manifestações públicas por medo de incitar a revolta dos muçulmanos.
O movimento pela reconstrução do Templo já divulgou em outras oportunidades que terminou a produção de todas as 102 peças do local sagrado, seguindo os preceitos bíblicos. Todos os utensílios necessários já estão prontos, incluindo a arca da aliança, além dos projetos arquitetônicos para a reconstrução. Os novos sacerdotes não sabem quando poderão começar a atuar, mas querem estar prontos o quanto antes.
Os judeus ultraortodoxos acreditam que, de acordo com o Antigo Testamento, o Messias será o único capaz de restaurar o Templo, então basta esperar. Por outro lado, outros grupos defendem que o povo judeu deve, de alguma forma, merecer a vinda do Messias, preparando-se ativamente para isso.
Baseado nisso, grupos como o Instituto do Templo tem atraído doações de judeus espalhados por todas as nações do mundo para que seja possível a reconstrução do Templo. Ministérios cristãos sionistas também têm colaborado, em especial o do evangelista Benny Hinn, que inclusive o levou ao seu programa de TV para falar sobre o assunto.
treinamento dos levitas para o terceiro templo Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo
Somente o candelabro principal do Templo (Menorah), feito com mais de 40 quilos de ouro maciço, custou 3 milhões de dólares. Em 21 de Maio de 2009, o grupo de judeus ortodoxos “Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte do Templo” fez um desfile pelas ruas de Jerusalém, mostrando uma pedra de quase quatro toneladas. Ela foi anunciada como a pedra angular para a edificação do terceiro Templo de Jerusalém.
Obviamente, ainda não é possível pensar na reconstrução do Templo sem que seja destruída a Mesquita de Al-Aqsa com o famoso Domo da Rocha, algo que já provocou ameaças de guerra por parte dos países muçulmanos. Quando o Instituto do Templo pretende começar a construção do novo local sagrado ainda é um mistério. Um vídeo do governo de Israel feito no começo desse ano reascendeu a polêmica.
O rabino Chaim Richman, diretor do Instituto é o mais forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo. Ele já criticou publicamente outras tentativas de reconstrução do templo, como a réplica da IURD no Brasil.  Com informações de Temple Institute e Bible Prophecy
Fonte:GOSPELPRIME.

Tudo nos mostra que o arrebatar da igreja esta próximo! ora vem Senhor Jesus.