A morte de Kaique Augusto dos Santos, de 17 anos, um rapaz
homossexual, mobilizou muita notícia na imprensa nesta terça-feira (21).
Logo após, a ministra Maria do Rosário divulgou uma nota ridícula, que
reproduziremos abaixo para que você leia com atenção e, em seguida, veja
o comentário do Pr. Silas Malafaia.
Nota da ministra Maria do Rosário na íntegra
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
(SDH/PR) vem a público manifestar solidariedade à família de Kaique
Augusto Batista dos Santos, assassinado brutalmente no último sábado
(11/01). Seu corpo foi encontrado pela Polícia Militar de São Paulo
próximo a um viaduto na região da Bela Vista, na Avenida 9 de Julho.
As circunstâncias do episódio e as condições do corpo da vítima,
segundo relatos dos familiares, indicam que se trata de mais um crime de
ódio e intolerância motivado por homofobia.
De acordo com dados do Relatório de Violência Homofóbica, produzido
pela Secretaria de Direitos Humanos, em 2012, houve um aumento de 11%
dos assassinatos motivados por homofobia no Brasil em comparação a 2011.
Diante desse grave cenário, assim como faz em outros casos que nos são
denunciados, a SDH/PR está acompanhando o caso junto às autoridades
estaduais, no intuito de garantir a apuração rigorosa do caso e evitar a
impunidade.
A ministra da SDH/PR, Maria do Rosário, designou o
coordenador-geral de Promoção dos Direitos deLGBT e presidente do
Conselho Nacional de Combate a Discriminação LGBT, Gustavo Bernardes,
para acompanhar o caso pessoalmente. O servidor da SDH/PR desembarcou no
início na tarde desta sexta-feira (17) na capital paulista, onde deverá
conversar com a família e acompanhar o processo investigativo em curso.
Informamos ainda que a Secretaria de Direitos Humanos está
investindo recursos para a ampliação dos serviços do Centro de Combate à
Homofobia da Prefeitura Municipal de São Paulo, fortalecendo a rede de
enfrentamento à homofobia.
Diante desse quadro, reiteramos a necessidade de que o Congresso
Nacional aprove legislação que explicitamente puna os crimes de ódio e
intolerância motivados por homofobia no Brasil, para um efetivo
enfrentamento dessas violações de Direitos Humanos.
O Governo Federal reitera seu compromisso com o enfrentamento aos
crimes de ódio e com a promoção dos direitos das minorias, em especial,
com a população LGBT.
Não é de hoje que essa ministra fala bobagem na defesa ridícula do
ativismo gay. É a mesma que quando deputada foi defensora de outra
estupidez, a lei da palmada.
Antes que a polícia desse qualquer relatório sobre a morte do
rapaz, ela emite a nota que você acabou de ler, típica de uma pessoa
precipitada, sectarista, querendo fazer média com o ativismo gay, que
juntamente com ela falaram asneira sobre a questão. E isto sem falar em
outro campeão da asneira que é o deputado Jean Wyllys, que para ridículo
não lhe falta nada, com as acusações mais levianas que já vimos até
hoje sobre os evangélicos. Merecia ser cassado por ofensa a um dos
maiores segmentos sociais do país, que são os evangélicos.
A verdade é que não somos a favor da morte de ninguém, seja por
suicídio, assassinato, ou qualquer outro tipo de evento que possa tirar a
vida de um semelhante. A polícia descobriu que depois que o rapaz saiu
de uma boate gay, ele se jogou de cima de um viaduto em São Paulo, e
descobriu também que ele deixou escritos se despedindo da família. Isto é
mais uma prova da manipulação de dados em relação a homofobia.
Já tenho dito varias vezes que pelo menos 50% dos assassinatos de
gays é briga de amor entre eles. O ativismo gay tenta tirar partido da
desgraça dos outros afim de obter concessões e privilégios em detrimento
dos outros segmentos sociais. A ministra também não perde tempo porque
defender o ativismo gay é questão ideológica do PT, e para ser honesto,
com raríssimas exceções, membros do PT não compactuam com isto.
Interessante que há poucos dias uma menina de 6 anos morreu
queimada em uma barbárie dos bandidos no Maranhão, e ainda tem membros
de sua família em estado grave internada no hospital, e esta ministra
ridícula não emitiu uma nota sequer. Quer dizer que direitos humanos é
só quando envolve gays? E a questão dos presídios, no Maranhão? Não vai
falar nada ministra?
Se esse governo fosse um governo sério, ela já teria sido demitida,
e fica uma pergunta: Por que grande parte da imprensa que deu destaque a
questão do rapaz homossexual que morreu, inclusive dando holofote para
essa ministra, não cobra uma posição contra ela? Lamento dizer que
grande parte da imprensa é sectarista e possui uma predisposição para
dar holofote às causas que envolvem a ideologia de esquerda. Por fim,
essa ministra perdeu uma oportunidade de ficar CALADA!
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